- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015
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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Petrobras quer concluir obras no Comperj e na Rnest o quanto antes






Petrobras quer concluir obras no Comperj e na Rnest o quanto antes

Correio do Brasil


A conclusão de refinarias em Pernambuco e no Rio de Janeiro estará prevista no Plano de Negócios 2015-2019 da Petrobras a ser divulgado até junho, mas ainda há incertezas sobre quando e como serão efetivados os investimentos para o encerramento das obras nas unidades envolvidas no escândalo de corrupção, de acordo com uma fonte próxima à companhia. A finalização da Refinaria do Nordeste (Rnest), também conhecida como Abreu e Lima, e do Comperj dependerá do fôlego da estatal para aportes e da disponibilidade de empreiteiras, uma vez que as maiores estão proibidas de fechar novos contratos com a petroleira em razão dos desvios apontados pela Polícia Federal.

Eventuais investidores interessados em ter uma fatia minoritária nos ativos de refino –ainda que a política de preços de combustíveis no Brasil seja pouco estimulante para um sócio privado– também poderiam ajudar na conclusão dos projetos, disse a fonte, que está envolvida na elaboração do plano.

– As duas (refinarias) estão no plano, e o timing depende de algumas variáveis – afirmou a fonte, na condição de anonimato, sem dar detalhes sobre investimentos projetados para 2015-2019.

Procurada, a Petrobras não comentou imediatamente o assunto.

No balanço do ano passado, a companhia anunciou redução de mais de 44 bilhões de reais no valor de seus ativos, com a Rnest e o Comperj respondendo por cerca de 70% dessa desvalorização, e a empresa citando diversos problemas, como falha no planejamento dos projetos. A estatal ainda contabilizou perdas de R$ 6,2 bilhões de reais por corrupção em 2014. Apesar dos atrasos e dos bilhões já gastos na Rnest e no Comperj, os projetos estarão no plano de negócios porque, com eles, a Petrobras ficará muito próxima de ter no futuro uma autossuficiência em refino.

A refinaria no Rio de Janeiro está com mais de 80% das obras concluídas e poderá agregar até 200 mil barris de capacidade, disse a fonte. Já o segundo trem de refino da Rnest – o primeiro foi inaugurado em 2014 – também fará parte do plano de negócios, com previsão de agregar 115 mil barris/dia de processamento.

A fonte também confirmou que não mais haverá complexo petroquímico no Comperj. No início de fevereiro, a petroquímica Braskem já havia indicado desistência do projeto. O plano de investimento para os próximos cinco anos da Petrobras, atualizado anualmente, que sempre projeta a maior parte dos aportes para a área de Exploração & Produção, também virá menor que o anterior, disse a fonte, sem detalhar.

Uma boa medida disso é intenção da Petrobras no próximo leilão de áreas exploratórias do governo, em outubro, quando a empresa terá uma atuação “precisa” e “não será megalomaníaca”, disse a fonte. Normalmente, a petroleira domina tais licitações.


Investidores

Para concluir a Rnest e a unidade de refino em obras no Rio de Janeiro, a Petrobras cogita a possibilidade de fechar parcerias com investidores nacionais e estrangeiros. Nas próximas semanas, duas missões de China e Japão estarão no país para estudar oportunidade de investimentos no Brasil, incluindo ativos da Petrobras, disse a fonte. Afetada pela corrupção, queda do preço do barril de petróleo e um endividamento crescente, a estatal tem agora um plano de desinvestimentos em 2015 e 2016 mais agressivo, de cerca de US$ 13 bilhões.

– Se aparecer um interessado nesse investimento, o que permitiria sobra de caixa para outros projetos, vamos fazer essa parceria. Poderíamos dar 10% ou 20% de uma refinaria, por que não? – questiona.

Um investidor privado de fora do Brasil para a área de refino, porém, certamente teria mais interesse em atuar no país com uma política mais transparente de reajustes de combustíveis e que reflita cotações de mercado. A nova diretoria da estatal, no entanto, tem evitado fazer comentários detalhados sobre os preços administrados do governo.


Projetos e pagamentos

O “timing” para o andamento de Comperj e Rnest esbarra na capacidade de investimentos e também nos prestadores de serviço acusados de envolvimento no esquema de sobrepreço em projetos e pagamentos de propinas. Dependendo do andamento das investigações e dos acordos de leniência entre empreiteiras e governo, além das decisões judiciais, a Petrobras poderia recorrer a empresas de fora do país, caso fornecedores locais continuem impedidos de realizar negócios com a estatal, em função dos casos de corrupção. E a fonte acrescenta:

– Há dois problemas para esses projetos: capacidade de investimento e problema de fornecedor. Quando os fornecedores vão fazer acordo com a Justiça e vão estar novamente habilitados para continuar? O outro problema é: em não havendo acordo de leniência, há no mercado fornecedor capacitado para continuar?.

A ideia da estatal, superadas as adversidades, é primeiro finalizar a obra do Comperj e depois concluir a obra da refinaria de Pernambuco, que já está em operação com seu primeiro trem de refino.


Produção

A queda na produção mensal de petróleo da Petrobras nos primeiros meses deste ano, na comparação com o mês anterior, tem chamado a atenção do mercado e de analistas sobre a capacidade de recuperação e de geração de caixa da Petrobras. No entanto, disse a fonte, os dados negativos do primeiro trimestre se devem a paradas programadas e não programadas de plataformas, que não comprometem a meta prevista para este ano.

– Isso é comum, tem parada programada, não programada, mais ou menos dias úteis… Mas está tudo muito bem planejado e dentro da ideia de crescimento da produção este ano de pelo menos uns 3%. Dificilmente isso vai ter alteração – adicionou.

A meta da companhia divulgada no início do ano é de um crescimento de 4,5% na produção de petróleo no Brasil em 2015 ante 2014, com variação de 1 ponto percentual para mais ou para menos. Em 2014, a produção da nacional de petróleo da Petrobras somou 2,034 milhões de barris/dia, crescimento de pouco mais de 5% ante 2013 – após dois anos seguidos de queda na extração anual – com a colaboração do pré-sal.

De acordo com a fonte, a produção no pré-sal já chegou a atingir o pico de 808 mil barris/dia de óleo equivalente (boe, petróleo e gás), e a tendência é expansionista, com possibilidade de se atingir 1 milhão de boe até 2016.




terça-feira, 21 de abril de 2015

Petrobras gripada, Brasil tuberculoso


"Gregos e troianos concordam que prejudicar os investimentos da Petrobras atinge negativamente o PIB brasileiro....
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 21 de abril de 2015




Petrobras gripada, Brasil tuberculoso

Clube de Engenharia | Por Carlos Lessa


Cortar em 10% o programa de investimento da estatal provocaria uma forte retração na economia do País

Gregos e troianos concordam que prejudicar os investimentos da Petrobras atinge negativamente o PIB brasileiro. Contrair em 10% o programa da estatal provocaria uma retração significativa no crescimento da economia. Procrastinar a entrada em operação de plantas em construção é incorrer em perdas dinâmicas. Por exemplo, adiar a construção e a integração dos módulos das plataformas P75 e P77, no estaleiro em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, atrasa a produção, no campo de Búzios, de novos 300 mil barris/dia. Atrasar Abreu e Lima, em Pernambuco, mantém o Brasil importador de óleo diesel. Cortar, reduzir e adiar a Comperj, no Rio de Janeiro, tem elevados custos financeiros e implica ampliar o consumo de derivados de petróleo importados.

É angustiante que, em vez de discutir a necessidade de preservar o dinamismo dos investimentos da Petrobras, seja praticado o discurso de "encolher para se recuperar". O Conselho de Administração da estatal autorizou a alienação de ativos em torno de 13,7 bilhões de dólares. Convém analisar os itens do pacote, a saber:

Refinarias no exterior - Se a sua aquisição foi considerada estratégica, o brasileiro deve saber qual foi a justificativa e por que agora não o é.

Redução de atividades das subsidiárias no restante do mundo - Recentemente, foram vendidas explorações na Argentina por 101 milhões de dólares. Com a Shell se fundindo ao British Group, qual é a lógica da redução da Petrobras na África e na América Latina? As duas gigantescas petroleiras anglo-holandesas explicam que desejam, com o aumento de escala, preferir a produção e exploração de petróleo, em vez do duvidoso horizonte do gás de xisto. Na atual confusão, a Petrobras passou a extrair petróleo na Colômbia. Vai vender os poços?

Venda de ativos de gás e energia - participação em distribuidoras termoelétricas e gasodutos - Desmembrar é reduzir a soberania operacional da Petrobras, aumentando sua vulnerabilidade ao diminuir seu poder no sistema energético brasileiro.

Desmantelar a frota de petroleiros - O Sindicato Nacional dos Oficiais da Marinha Mercante afirmou que "os 270 milhões de dólares, ou 845 milhões de reais, que a venda de 23 dos 53 navios poderia gerar só representariam 2% do total que o Sistema Petrobras pretende arrecadar com a alienação de ativos, valor "irrisório que, do ponto de vista técnico, desaconselharia a operação". A frota velha pode gerar 170 milhões de dólares, o que contrasta dramaticamente com os 11,2 bilhões de reais da encomenda de 46 navios. De todos os recentes efeitos positivos sobre a indústria, é um êxito a política de conteúdo nacional praticada pela Petrobras. Será que o Brasil está abandonando a política de reduzir contratos de fretamento com o exterior? Qual o destino das empresas que venceram a licitação para a prestação de serviços de apoio marítimo, que incluem reboque e posicionamento de plataformas e apoio a operações submarinas? O Programa de Renovação e Apoio à Frota Marítima propunha atingir 50% de autonomia em 2020... Vai ser desativado?

Fatia da Petrobras Distribuidora, a maior rede de postos de combustíveis do Brasil - O domínio do varejo de combustíveis derivados de petróleo é a dimensão mais próxima do povo e define parcela expressiva dos lucros, portanto, do caixa da Petrobras. E importante sublinhar que, a partir de 2011, a pretexto de combater a inflação e estimular a indústria automecânica, a BR Distribuidora vendeu, internamente, diesel e gasolina importados, com prejuízo. Com isso, estima-se que, até 2014, a Petrobras tenha tido um prejuízo de 60 bilhões de reais. Agora, a pretexto de caixa, e tendo reajustado os preços internos de diesel e gasolina, quer vender a preço de banana a "galinha dos ovos de ouro".

Aparentemente, estão querendo a assessoria do Bank of America para auxiliar a venda de ativos do pré-sal. E como convidar o gato para presidir a assembleia dos ratos.

José Serra afirmou que, "se a exploração (do pré-sal) ficar dependente da Petrobras, não avançará", e sugere cancelar a exigência da participação mínima de 30% da estatal nos grupos de exploração e produção do pré-sal. Acompanha, entusiasticamente, a opinião do Instituto Brasileiro de Petróleo, cujo presidente, Jorge Camargo, é inteiramente favorável à mudança no modo regulatório do pré-sal e luta também contra o critério de que o conteúdo nacional seja um item-chave nos futuros leilões de lotes do pré-sal; as multinacionais poderiam destinar equipamentos usados e ociosos em outros países. O ritmo de concessões é matéria estratégica nacional. A pré-qualificação de concessionárias não deve sufocara Petrobras sob pressões emanadas das múltis.

Dou razão à declaração da presidenta Dilma: "O que está em disputa é a forma de exploração desse patrimônio, e quem fica com a maior parte?"

O "tiro no coração" de Getulio Vargas, em 1954, consolidou o monopólio da Petrobras. Resistiu até 1997, quando se operou a distinção entre a propriedade dos recursos do petróleo - permanecendo com a União - e a possibilidade da concessão a terceiros dos direitos de exploração e produção. A Petrobras foi definida como uma empresa concessionária da União. Isso abriu caminho para um processo de erosão que atravessou a venda de uma porcentagem elevada do capital da empresa na Bolsa de Nova York, a desmontagem da petroquímica, a privatização e desnacionalização do setor de fertilizantes etc. Apesar da erosão, a Petrobras produz mais de 90% do petróleo brasileiro e, a partir da descoberta do pré-sal, hoje responsável por 27% do petróleo nacional elevou a produção nos novos campos, no último ano, para 600 mil barris/dia, o dobro do ano anterior.

Cabe uma pergunta: o que possibilitou à Petrobras se converter na maior empresa brasileira? Na Era Vargas, os inimigos do monopólio estatal do petróleo afirmavam que o Brasil não teria competência financeira, técnica e gerencial para operar uma empresa de petróleo. Fundada e em interação com a dinâmica socioeconômica brasileira, a Petrobras converteu-se numa gigantesca empresa petroleira mundial. Nesse milênio, a geologia brasileira identificou os campos marítimos do pós-sal e culminou com a comprovação do pré-sal, que colocou o Atlântico Sul como a maior reserva de petróleo descoberta nos últimos 25 anos, o que redesenha a geopolítica mundial futura da economia energética do planeta.

A resposta é simples: o sonho de qualquer empresa capitalista é dispor do monopólio de um mercado. Ao ser criado o monopólio estatal, foi conferido a uma empresa o mercado de uma economia que chegou a ser a sétima do mundo. A empresa dispõe, para a frente, o poder de regular preços de combustíveis e derivados, fixar as margens de lucro e crescer do ponto de vista microeconômico. A Petrobras, ao controlar o mercado, regula para trás a cadeia produtiva, é um monopsônio vital para o desenvolvimento de milhares de empresas. Nenhum monopsônio esmaga seus fornecedores, é o sol que organiza seu sistema de satélites. Uma empresa monopólica regula todos os seus fornecedores e clientes. E, necessariamente, adicta a aperfeiçoamentos tecnológicos e científicos. Obviamente, concentra enorme poder e, por isso, os Estados Nacionais buscam controlar ou impedir os monopólios.

A forma de empresa estatal é a alternativa racional de manipular o poder de um monopólio controlador do vetor energético central da evolução das Nenhum ativo da Petrobras é tão desejado quanto o mercado interno forças produtivas. Necessariamente, o futuro nacional é construído a partir da atuação macro de um monopólio operado por uma empresa com dupla identidade, instrumento de ação do Estado e organização empresarial semiprivada. No caso da Petrobras, seu capital foi constituído, em grande parte, pela subscrição compulsória de ações pelos consumidores brasileiros de petróleo e derivados.

Corretamente, foi preservada a regra de participação mínima de 30% da Petrobras em qualquer consórcio que venha a surgir em cada novo lote do pré-sal no Atlântico Sul. Obviamente, a empresa é a gestora de todo esse potencial.

Nenhum ativo da Petrobras é tão desejável quanto o mercado interno brasileiro. E absolutamente assustador, em relação à soberania nacional, reduzir o peso da empresa na economia do petróleo. Seja na exploração, seja na produção e na distribuição, a empresa não deve ser atrofiada. A reserva para a produção nacional é vital para a continuidade da industrialização e do progresso social.

Ao destinar parte dos lucros para Educação e Saúde, o impulso do petróleo conduzirá os passos futuros da civilização brasileira.

A visibilidade do "Petrolão" na triste trajetória da corrupção deve ser considerada como uma vitória da democracia brasileira. A broma "O petróleo é nosso e a propina, deles" contém uma diretiva clara: acabar com as propinas, punir os corruptos e corruptores, dar transparência à gestão microeconômica da Petrobras e colocar em discussão suas estratégias e formas de financiamento. Não se deve jogar a água suja da bacia do banho com a criança junto. O petróleo tem de continuar sendo nosso.

A corrupção tem de ser enfrentada por um duplo movimento: se a escadaria está suja, deve ser limpa de cima para baixo. Quem sobe a escadaria precisa ter os pés limpos. O combate à corrupção exige a República mobilizar seus Três Poderes e ser implacável de cima para baixo. Subir exige do praticante o pequeno e gigantesco gesto de não jogar lixo na rua, não subornar o guarda de trânsito para cancelar a multa, não sonegar impostos. O subir limpo deve ser inspirado pela limpeza do andar superior da República e implica ser catequizado pelos mandamentos da boa conduta republicana. E tarefa para toda a nova geração, que deve impor uma nova ética republicana. A nova geração, que respira com naturalidade os direitos civis, descobrirá como anular ou reduzir as propinas, descobrirá a importância de praticar pequenos gestos e o avanço democrático de punir os culpados.

A utopia sempre se contrapõe ao cinismo complacente. E um "conto do vigário" sugerir que o Estado Nacional é impotente, que a República propicia relações carnais entre o Estado e as empresas privadas, e que o voto é sempre manipulável. A reconstrução ética da cidadania não pode ser iludida. Com a força de uma nova cidadania, a sociedade brasileira explicitará suas potencialidades civilizatórias.

Carlos Lessa é ex-presidente do BNDES e ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi economista do Instituto Latino-Americano de Planejamento Econômico e Social da Organização das Nações Unidas. Autor, entre outras obras, de Quinze Anos de Política Econômica, de 1980, um clássico da literatura econômica brasileira, sobre a batalha para consolidar a industrialização no País.




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Campanha "Todo Petróleo Tem que Ser Nosso" planeja encontro nacional para 20 de março


O comitê operativo estadual da campanha Todo Petróleo Tem que Ser Nosso,se reuniu na quarta-feira,11 de fevereiro,na...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 13 de fevereiro de 2015




Campanha "Todo Petróleo Tem que Ser Nosso" planeja encontro nacional para 20 de março

APN


Também foi aprovada a realização da Jornada de Lutas contra a privatização do petróleo



Corrupção na Petrobrás, processo permanente de ataque da mídia contra a companhia, incertezas em torno da mudança na presidência da empresa, anúncio de nova rodada de leilões do petróleo nacional, cortes nos orçamentos públicos, baixa mundial no preço do petróleo, demissões e retirada de direitos dos trabalhadores do Comperj, aquecimento global e crise hídrica, movimentação golpista da direita, tudo isso num cenário de convergência de crises. Esse cenário complexo foi alvo da reflexão do comitê operativo estadual da campanha Todo Petróleo Tem que Ser Nosso, que se reuniu nesta tarde de quarta-feira, 11 de fevereiro, na sede do Sindipetro-RJ. A partir das divergências de análise de conjuntura e de perspectivas, a proposta da reunião era avançar na reorganização da campanha para combater a privatização do petróleo brasileiro e defender a Petrobrás 100% estatal e pública. A realização do ‘Encontro Nacional em defesa da Petrobrás, contra os leilões e contra o golpe’ e da Jornada de Lutas contra a privatização do petróleo foram as principais propostas aprovadas.










terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Trabalhadores do Comperj fazem protesto e fortalecem vigília no Edise


Próxima vigília petroleira acontecerá no Edifício Ventura - Edven, NESSA SEXTA, 13/2, às 12hAv República do Chile,...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 10 de fevereiro de 2015




Trabalhadores do Comperj fazem protesto e fortalecem vigília no Edise

APN


Próxima vigília petroleira acontecerá no Edifício Ventura - Edven, nessa sexta, 13/2, 12h


Os petroleiros nessa terça (10), junto com os trabalhadores do Comperj, realizaram a vigília no Edise. Um grupo de trabalhadores do Comperj que estão sem salário desde dezembro, fecharam a ponte Rio-Niteroi pela manhã e marcharam para o Edise. A Petrobrás é co-responsável por esses contratos e poderia através do Fundo Garantidor criado para esse fim no último ACT resolver o drama desses trabalhadores. Enquanto isso não acontecer os trabalhadores estarão fechando ponte e protestando na porta do Edise.

Os petroleiros também estão com seu direito legal a PLR violado, os aposentados sem os níveis de 2004/2005/2006; e a anistia não anda na Petrobrás. Ainda exigimos o fim da corrupção na Petrobrás com a prisão de todos corruptos e corruptores e o confisco dos bens desses bandidos.

Em tempo: estamos promovendo a “Praga da Casa” o Inspetor de Segurança Patrimonial, Moura da Petrobrás, lotado no Cenpes. Esse senhor impediu no último dia 3 de fevereiro a colocação de faixa no Cenpes que continuam as palavras “canalha” e “Rede Globo”. Foi dito a esse inspetor que ele iria para a “Praga da Casa” se impedisse o sindicato de colocar seus materiais, os mesmo que foram afixados em outras unidades da companhia sem nenhum problema. O Sindipetro-RJ ficará de olho nos executores da censura dos tempos de hoje, que atacam contra a liberdade de expressão e de mobilização do movimento sindical.