- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015
Mostrando postagens com marcador Sete Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sete Brasil. Mostrar todas as postagens




quinta-feira, 21 de maio de 2015

Petrobras planeja buscar sondas no exterior caso Sete Brasil atrase entrega

Em notícia veiculada pela Folha (ver em...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Quinta, 21 de maio de 2015




segunda-feira, 18 de maio de 2015

Credores devem oferecer recursos de até R$ 25 bi à Sete


"A Sete Brasil já encontrou solução para obter R$ 25 bilhões em financiamento, segundo fonte ligada à reestruturação...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 18 de maio de 2015




Credores devem oferecer recursos de até R$ 25 bi à Sete

SINAVAL


A Sete Brasil já encontrou solução para obter R$ 25 bilhões em financiamento, segundo fonte ligada à reestruturação financeira da empresa. Os recursos permitem a construção de 19 sondas. As tratativas para esses financiamentos estão acertadas e incluem recursos de instituições nacionais, como Banco do Brasil, Caixa e Bradesco. Na semana passada, a companhia avançou em conversas com bancos chineses para obter R$ 6 bilhões adicionais, que podem permitir a manutenção da construção de sete sondas com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), conforme fonte ligada à reestruturação da Sete. As obras no estaleiro estão paralisadas desde janeiro e as relações estremecidas.

Além disso, o Estaleiro do Rio Grande (ERG) ficará com a produção de duas, de um total inicial de três sondas. E, por fim, o Enseada Indústria Naval mantém quatro unidades para construir, que mais à frente devem ser vendidas à Odebrecht. A implementação completa do plano deve levar pelo menos mais seis meses.

A primeira questão a ser enfrentada é se a Petrobras, acionista da Sete Brasil direta e indiretamente com 10% do capital e cliente, quer manter essas encomendas.

O corte deste projeto traria um grande prejuízo à Sete, que tem diversos acionistas privados no controle, com destaque para BTG Pactual, Santander e Bradesco, organizadas no FIP Sondas, fundo que tem entre os cotistas Previ, Petros, Funcef e Valia (caixas de previdência de Banco do Brasil, Petrobras, Caixa e Vale) e mais EIG, Luce Venture Capital e Lakeshore.


Credores devem oferecer recursos de até R$ 25 bi à Sete

A solução com o EAS envolve a definição sobre qual o maior interesse nacional, no caso da Sete. De um lado, a manutenção das encomendas assegura empregos e geração de riquezas nas cidades onde os estaleiros estão instalados. A presidente Dilma Rousseff (PT) esteve ontem no EAS, para entrega de navios à Transpetro.

Por outro, a estatal está com as finanças apertadas, diante dos problemas deflagrados pela Operação Lava-Jato do Ministério Público Federal (MPF). Há grande pressão e expectativa para que a estatal reduza seus investimentos.

A disposição de conceder crédito à Sete vem da tentativa de evitar prejuízo a fornecedores desses países contratados para as obras – que sofriam perda com o cancelamento de obras.

As conversas com as instituições chinesas, conforme o Valor apurou, estão sendo auxiliadas pelo grupo chinês Cosco (China Ocean Shipping Company). Conforme o Valor apurou, a Sete tem condições de obter parte relevante dos recursos a um custo de Libor mais 4% a 5% ao ano.

Assim como a Sete Brasil tem interesse em buscar recursos para manter o projeto, o EAS também está disposto a negociar de forma amigável a situação. Após declarar falta de pagamento, o estaleiro anunciou de forma unilateral o fim do contrato para a fabricação de sete sondas e agora enfrenta também uma grave crise financeira, com dívidas de R$ 2,67 bilhões, mais pendências com fornecedores para as sondas.

Apesar da disposição de negociação, e das conversas já existentes entre Sete e EAS, a formalidade entre elas deve seguir dura.

Nos próximos dias, conforme o Valor apurou, a Sete deve responder à carta recebida ontem do EAS. A companhia de sondas entende que o estaleiro tem US$ 600 milhões recebidos adiantados, e não repassados aos fornecedores, e ainda deveria pagar indenização superior a US$ 400 milhões pela rompimento do acordo. Portanto, o saldo líquido entre as partes, na visão da Sete, seria favorável a ela.

O EAS está disposto a retomar a construção das sondas. Mas, segundo fonte ligada à reestruturação do estaleiro, seria necessário rever algumas condições dos contratos inicialmente acertados. O estaleiro alega ter sofrido perdas importantes por conta da paralisação do projeto. Já a Sete Brasil entende que o contrato segue vigente pois até o momento não assinou nenhum termo de encerramento, e não vê espaço para renegociação.

Dentre as instituições dispostas a financiar a empresa de sondas estão o China Development Bank (CDB) e o Japan Bank for International Cooperation (JBIC) – ambos bancos de fomento dos países.

As dificuldades da Sete vieram do suposto envolvimento de contratos no esquema investigado pela Lava-Jato. O projeto seria financiado pelo BNDES, que não liberou os recursos após as denúncias. Isso deflagrou a crise na empresa, com dívida de US$ 3,8 bilhões.




quinta-feira, 14 de maio de 2015

Sete Brasil se reestrutura para tentar sobreviver


"Endividada e sem dinheiro para desenvolver seu projeto, que previa a construção de 29 sondas, 28 das quais para a...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quinta, 14 de maio de 2015




Sete Brasil se reestrutura para tentar sobreviver

SINAVAL


A Sete Brasil, contratada pela Petrobras para construir um pacote bilionário de sondas de perfuração, tenta fechar esta semana, com o apoio de acionistas e de credores, um intrincado quebra-cabeças. Amanhã, a Sete vai submeter aos acionistas, em assembleia geral extraordinária (AGE), um plano de reestruturação que busca definir de que forma a empresa vai renegociar a sua dívida, hoje na casa dos US$ 4,5 bilhões, e qual será o novo plano de negócios da companhia. Sem pagar a um grupo de cinco estaleiros desde novembro de 2014, aos quais deve US$ 1,2 bilhão, a Sete tem pressa em encontrar saídas para uma crise que se arrasta há meses sem solução.

Sergio Bacci, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav), disse que qualquer tentativa de renegociação dos afretamentos precisa considerar a oferta de sondas no mercado. “Assim como a oferta de sondas no mercado aumenta com a queda nos preços [do petróleo], essa oferta diminui quando os preços voltam a subir.”

Caso o plano de reestruturação da Sete Brasil seja aprovado amanhã pelos acionistas, será preciso que a proposta, apresentada em documento de 170 páginas, passe também pelo crivo dos credores da companhia, na sexta-feira. Se o plano for rejeitado pela AGE, precisará ser refeito até o fim de junho, quando vence o prazo acertado com seis bancos credores que aceitaram prorrogar o vencimento de dívidas de curto prazo da Sete de US$ 3,6 bilhões por 90 dias. O acordo com os bancos surgiu como contrapartida à prorrogação dos empréstimos. O acerto ocorreu em 31 de março e vale até 30 de junho. É dentro desse período que será preciso encontrar uma fórmula que permita à empresa superar a crise. Caso contrário, a Sete Brasil poderá tornar-se alvo de execuções de garantias pelos credores.

Endividada e sem dinheiro para desenvolver seu projeto, que previa a construção de 29 sondas, 28 das quais para a Petrobras, com investimentos totais de US$ 25,5 bilhões, o futuro da Sete Brasil virou uma incógnita, assim como o de vários dos estaleiros contratados. Ao mesmo tempo, o preço do petróleo, em recuperação, despencou nos últimos meses, criando dúvidas no mercado se, no atual cenário, a Petrobras poderia tentar renegociar com a Sete Brasil as taxas de afretamento (aluguel) das sondas. “Se a Petrobras quiser sustentar o plano de negócios dela tirando dos acionistas da Sete Brasil, vai quebrar a companhia”, disse fonte do setor. Procurada, a Petrobras não se pronunciou.

O presidente da Sete Brasil, Luiz Eduardo Carneiro, disse ao Valor que a empresa trabalhou nos últimos 45 dias na elaboração do plano de reestruturação. Ele não quis detalhar os pontos contidos no trabalho. Pessoas próximas aos acionistas disseram que a proposta considera várias alternativas. Inclui aspectos sobre como financiar a companhia e sobre a disponibilidade de recursos para desenvolver a construção das sondas.

No mercado doméstico, a companhia não desistiu de obter, em algum momento, financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assim como o apoio de longo prazo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF). “Há negociações com todos os credores para colocar mais recursos na empresa”, limitou-se a dizer Carneiro.

Além da questão de como financiar o projeto, o plano de reestruturação da Sete Brasil vai focar em pontos relacionados à performance dos estaleiros e fará uma avaliação sobre o estágio das sondas hoje em construção.

Carneiro admitiu que “dificilmente” o plano da empresa de construir 29 sondas de perfuração será mantido. Ele não quis dizer qual será o tamanho do novo portfólio, pois no plano de reestruturação da companhia há vários cenários sendo avaliados.

No mercado, há informações de que a carteira poderia ser reduzida para algo entre 16 e 19 unidades. Segundo Carneiro, a dívida total da Sete Brasil com os estaleiros, que somava US$ 850 milhões em fevereiro, alcançou US$ 1,2 bilhão. A dívida cresceu porque há dois estaleiros que, mesmo sem receber da Sete Brasil, continuaram a trabalhar nas obras. São eles KeppelFels, de Angra dos Reis (seis unidades) e Jurong, do Espírito Santo (sete unidades). Ambos são controlados por capitais de Cingapura.

Nos demais estaleiros, porém, a situação é incerta. O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco, cancelou de forma unilateral o contrato que tinha com a Sete para construir sete sondas. Não está claro até agora se o EAS poderá deixar definitivamente o projeto ou se poderá executar somente parte das unidades. São todas possibilidades em aberto até o momento.

Outros estaleiros estão em situação semelhante. Um deles é o Enseada, da Bahia, que interrompeu as obras de construção do estaleiro, fechou as portas e demitiu milhares de trabalhadores. Outro caso parecido é o do Estaleiro Rio Grande (ERG), cujo grupo controlador, a Engevix, enfrenta dificuldades financeiras depois de ser envolvido na operação Lava-Jato. Tanto o Enseada como o ERG poderão terminar com um número menor de unidades ou até mesmo serem excluídos do projeto.

No financiamento, uma possibilidade considerada é que os credores aceitem transformar parte da dívida com vencimento a curto prazo em crédito de longo prazo. Mas a empresa precisa também de novos recursos, o que passa pelo aporte de potenciais investidores, entre os quais aparecem os asiáticos. Hoje, além da dívida, a Sete tem disponibilidade de caixa suficiente apenas para fazer frente a compromissos de despesas gerais e administrativas.

Em relação ao Jurong, envolvido nas denúncias da operação Lava-Jato, Carneiro disse que, legalmente, existe um contrato entre o estaleiro e a Sete Brasil que está sendo seguido. “Mais adiante vamos ver o que será decido pela Justiça e nos adequaremos ao que for decidido.” O executivo disse ainda que não poderia falar sobre como deve ficar a situação de cada estaleiro, em termos de encomendas, pois há várias opções sobre a mesa para serem decididas por acionistas e credores. Mas as indicações são de que, em confirmando-se a redução da carteira de encomendas, Keppel Fels e Jurong consigam garantir os contratos que possuem.

Para Bacci, da Abenav, o corte nas encomendas pode até ocorrer, mas depois será preciso garantir novas obras. “Esperamos que seja um passo atrás para dar dois passos à frente depois.”




domingo, 26 de abril de 2015

É fundamental que os brasileiros tenham noção dos seguintes pontos

É fundamental que os brasileiros tenham noção dos seguintes pontos segundo Guilherme Estrella, o "pai do pré-sal":-...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 26 de abril de 2015




segunda-feira, 2 de março de 2015

Setor naval pode paralisar sem novos contratos


A Petrobras é responsável por 70% a 80% das encomendas ao setor naval. Lembram os 80 mil empregos diretos (em contraste...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 2 de março de 2015




Setor naval pode paralisar sem novos contratos

Estadão


Incertezas em relação ao plano de investimentos da Petrobrás levaram bancos a restringir crédito; governo garante ter recursos

As dificuldades enfrentadas pelos cinco estaleiros que prestam serviços para a Sete Brasil, que concentram contratos de US$ 25 bilhões para construção de 28 sondas, chamam a atenção em função da inadimplência da empresa. Mas a crise não está restrita a esse grupo. Ela é geral entre os 50 estaleiros instalados pelo Brasil e as empresas envolvidas na cadeia de produção da indústria naval.

As empresas enfrentam um momento grande de incerteza, depois que a Petrobrás, responsável por 70% a 80% das encomendas, começou a cortar investimentos. E estão com dificuldade para obter recursos. Os bancos apertaram a liberação de crédito, principalmente para aquelas que têm como sócios construtoras envolvidas na Operação Lava Jato.

Para tentar compensar a falta de crédito, o governo acenou com a liberação de mais recursos. Neste ano, informou o Ministério dos Transportes ao Estado, o orçamento prevê um volume recorde de recursos para o Fundo Marinha Mercante, principal fonte de financiamento para o setor. A previsão é de chegar a R$ 6,3 bilhões, bem acima dos R$ 4 bilhões de 2014 e dos R$ 5 bilhões de 2013.

O problema é mais grave no Rio de Janeiro, que é responsável por mais da metade da produção naval nacional. O Rio abriga hoje 22 estaleiros e mais de 260 empresas na cadeia produtiva da Petrobrás.

Segundo o presidente da Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, os contratos de muitas empresas entraram neste ano em fase final e, sem novas encomendas, o setor tende a parar. Ele quer ajuda do governo federal e defende até uma intervenção, se for o caso, nas companhias que são suspeitas de corrupção, para que os negócios sejam mantidos.

Um dos principais estaleiros do Rio é o BrasFels, controlado pelo grupo Keppel, de Cingapura, que tem contratos para produzir seis sondas para a Sete Brasil e, desde dezembro, está sem receber o que lhe é devido por contrato. Na semana passada, com a notícia de que o empréstimo de US$ 3,2 bilhões que o BNDES daria à Sete Brasil foi suspenso, a repercussão foi imediata. O banco OCBC, de Cingapura, soltou um relatório informando que a Keppel poderia ter “encomendas canceladas”.

A dúvida em relação à demanda da Petrobrás é o que mais preocupa a indústria. O diretor do comitê de óleo e gás da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Marcus Coester, diz que apenas a especulação de que a Queiroz Galvão poderia deixar de produzir as plataformas P75 e P77 por divergências com a Petrobrás sobre o contrato, levou os trabalhadores às ruas da cidade de Rio Grande, que abriga três estaleiros, para protestar.

Os atrasos na execução dos contratos preocupam. Na sexta-feira, a empresa noruega Seadrill, perfuradora de poços, anunciou que retirou de sua carteira de projetos dois contratos no valor total de US$ 1,1 bilhão com a Petrobrás, por acreditar que os termos dos acordos não serão cumpridos pela estatal. Suas ações na Bolsa de Oslo caíram 9,63% após o anúncio.