- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015
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domingo, 17 de maio de 2015

Produção do pré-sal deve crescer 70% neste ano, diz Bendine






Produção do pré-sal deve crescer 70% neste ano, diz Bendine

O Globo


Presidente da Petrobras destacou que estatal atingiu marca de 800 mil barris por dia nas bacias de Santos e Campos

IPOJUCA - A produção do pré-sal deve crescer 70 por cento neste ano, disse nesta quinta-feira o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, durante cerimônia de entrega de navio petroleiro à Transpetro pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE).

O executivo destacou, durante discurso no evento, que contava com a presença da presidente Dilma Rousseff, que a produção nas áreas do pré-sal, nas bacias de Santos e Campos, atingiu recentemente a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando um novo recorde (o volume inclui óleo de parceiros).

Bendine não estimou um volume médio para a produção do pré-sal em 2015.

A produção de petróleo no pré-sal tem contribuído de forma expressiva com o crescimento da produção no país, neste ano, em relação ao ano passado. Os volumes têm ajudado também a compensar o forte declínio de alguns campos maduros do país.

Em dezembro do ano passado, o pré-sal produziu média de 667 mil bpd, enquanto em janeiro de 2014 a produção média foi de 358,8 bpd, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Durante o evento, Bendine destacou ainda em seu discurso que a Petrobras sairá mais forte do momento que está enfrentando agora. A companhia está envolvida em um escândalo de desvio de dinheiro de contratos que teve a participação de empreiteiras, políticos, partidos e executivos de diversas companhias.




quarta-feira, 13 de maio de 2015

Para Petrobras, produção e custos já mostram acerto do regime de partilha do pré-sal


Para Petrobras, produção e custos já mostram acerto do regime de partilha do pré-sal"Produtividade é maior do que se...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quarta, 13 de maio de 2015




Para Petrobras, produção e custos já mostram acerto do regime de partilha do pré-sal

RBA


Produtividade é maior do que se previa; calculava-se que os poços renderiam de 15 a 20 mil barris diários, mas a média está em 25 mil, chegando a 40 mil

São Paulo – As primeiras notícias do pré-sal correram o mundo há oito anos e colocaram o Brasil imediatamente no grupo das potências globais de energia. Especialistas chegaram a duvidar da capacidade de se retirar petróleo a 300 quilômetros da costa brasileira e a mais de 5 mil de profundidade no mar. Hoje, porém, os resultados são surpreendentes e mostram o pré-sal como uma realidade bastante concreta.

Em março deste ano, a produção no pré-sal chegou 672 mil barris por dia (equivalente a 28% da produção nacional), bem acima dos 395 mil de 2014 e dos 42 mil de 2010. A produtividade também é maior do que se previa. Calculou-se inicialmente que os poços renderiam de 15 a 20 mil barris diários. Atualmente, a média está em 25 mil, chegando 40 mil em poços dos campos de Sapinhoá e Lula (na bacia de Santos).

Os custos de produção eram outra fonte de dúvida, por conta do desafio tecnológico. No começo, estimou-se que o pré-sal seria viável a US$ 45 por barril. Nesta semana, a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, informou que os números de viabilidade econômica caminham para valores bem menores, em torno de US$ 9, graças à escala de produção maior e aos investimentos em tecnologia.

“Nós podemos garantir que o pré-sal é viável com um custo de produção de nove dólares por barril. Se considerarmos que duas unidades de produção ainda não estão produzindo com sua capacidade total, o custo de produção será menor ainda. A eficiência operacional em torno de 92% contribuiu significativamente para atingirmos estes baixos custos”, afirmou.

Segundo ela, o pré-sal se desenvolveu com mais velocidade na bacia de Campos, no litoral norte do Rio de Janeiro, devido à infraestrutura já existente. A primeira produção comercial ocorreu em 2008. Já na bacia de Santos, os desafios foram bem maiores, uma vez que não havia infraestrutura instalada, os reservatórios estão a 2.500 metros de profundidades no mar, além de uma camada de sal de 2 mil metros de espessura. No final das contas, o petróleo encontra-se até 7 mil metros abaixo da superfície do mar.

Educação e Saúde

Com resultados expressivos, uma das vantagens do pré-sal é o modelo de exploração. Foi escolhido o sistema de “partilha” que garante à Petrobras uma participação de, pelo menos, 30% nos consórcios. Se O Pré-sal fosse pelo formato de “concessão”, a empresa operadora seria detentora integral do que se produz. A lei brasileira garante ainda que 75% dos royaltes do pré-sal devem ser aplicados na área de Educação e 25% em Saúde

“O modelo de partilha é o mais compensador para o país, pelo fato de o pré-sal ser uma reserva testada e segura”, diz o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Para ele, a escolha do governo foi muita acertada e tem uma dimensão estratégica para além da área de petróleo. “É muito importante o uso dos 75% dos royalties para Educação e os 25% para Saúde”, acrescentou.


Produção que operamos no pré-sal bate novo recorde e ultrapassa o patamar de 800 mil barris de petróleo por dia


"A produção de petróleo nos campos que operamos na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu, no dia 11...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quarta, 13 de maio de 2015




Produção que operamos no pré-sal bate novo recorde e ultrapassa o patamar de 800 mil barris de petróleo por dia

Petrobras - Fatos e Dados


A produção de petróleo nos campos que operamos na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu, no dia 11 de abril de 2015, a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando novo recorde de produção diária. Desse volume, cerca de 74% (590 mil bpd) correspondem à nossa parcela e o restante à das empresas parceiras nas diversas áreas de produção da camada pré-sal.

A produção de 800 mil barris por dia foi alcançada apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, tempo inferior ao que foi necessário para se chegar ao mesmo patamar em outras áreas de produção marítima. Para que alcançássemos, no Brasil, a produção de petróleo de 800 mil barris por dia foram necessários 40 anos, com a contribuição de 6.374 poços. Na Bacia de Campos, esse mesmo volume de produção foi alcançado em 24 anos, com 423 poços.

A marca de 800 mil bpd foi obtida agora, no pré-sal, através de 39 poços produtores. Desses poços, 20 estão localizados na Bacia de Santos, que responde por 64% da produção (511 mil barris por dia). Os demais 19 poços estão localizados na Bacia de Campos e respondem por 36% da produção (291 mil barris por dia).

No dia do recorde, 11 sistemas de produção definitivos e um sistema de produção antecipado estavam em operação na camada pré-sal. Sete desses sistemas produziam exclusivamente petróleo proveniente dessa camada geológica.

Contribuiu para o alcance desse recorde o início da operação do sistema de produção antecipada instalado no campo de Búzios em março deste ano, por meio do navio-plataforma Dynamic Producer, que constituiu a primeira produção de petróleo e gás de longa duração na área da chamada Cessão Onerosa. Além desse sistema, contribuiu, também, para esse resultado o início da produção da plataforma P-20, na camada pré-sal, no campo de Marlim na Bacia de Campos, que será importante para futuros incrementos da produção na área.




sábado, 9 de maio de 2015

Mauro Santayana: A disputa do Pré-sal


"Ora, se a Petrobras, que acaba de ganhar (pela terceira vez) o maior prêmio da indústria internacional de exploração de...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sábado, 9 de maio de 2015




A disputa do Pré-sal

Portal Vermelho | Por Mauro Santayana


Os jornais voltam a anunciar que se discute, dentro e fora do governo, o fim da atuação da Petrobras como operadora exclusiva do pré-sal, com fatia mínima de 30%

Alegam, entre outras coisas, seus adversários que seria inviável para a Petrobras continuar a explorar o petróleo do pré-sal com a baixa cotação atual do barril no mercado global, quando a produção oriunda dessa área cresceu 70% em março e se aproxima de 500 mil barris por dia.

Ora, se a Petrobras, que acaba de ganhar (pela terceira vez) o maior prêmio da indústria internacional de exploração de petróleo em águas marinhas, o OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, nos EUA, justamente pelo desenvolvimento de tecnologia própria para a extração do óleo do pré-sal em condições extremas de profundidade e pressão, estaria tendo prejuízo na exploração desse óleo, porque as empresas estrangeiras, a quem se quer entregar o negócio, conseguiriam ter lucro como operadoras, se não dispõem da mesma tecnologia?

Se a Petrobras explora petróleo até nos Estados Unidos, em campos como Cascade, Chinook e Hadrian South, onde acaba de descobrir reservas de 700 milhões de barris, em águas territoriais norte-americanas do Golfo do México, porque tem competência para fazer isso, qual é a lógica de abandonar a operação do pré-sal em seu próprio país, onde pode gerar mais empregos e renda com a contratação de serviços e produtos locais, e o petróleo é de melhor qualidade?

A falta de sustentação dessa tese não consegue ocultar seus principais objetivos. Se quer aproveitar uma “crise” da qual a empresa sairá em poucos meses (as ações com direito a voto já se valorizaram 60% desde janeiro; o balanço foi apresentado com enormes provisões para perdas por desvios de R$ 6 bilhões, que delatores “premiados”, cuja palavra foi considerada sagrada em outros casos, já negaram que tenham ocorrido; a produção e as vendas estão em franco crescimento) para fazer com que o país recue no regime de partilha de produção, de conteúdo nacional mínimo, e na presença de uma empresa nacional na operação de todos os poços, para promover a entrega da maior reserva de petróleo descoberta neste século para empresas ocidentais, como a Exxon, por exemplo, que acaba de perder, justamente para a Petrobras, o título de maior produtora de petróleo do mundo de capital aberto.

Como ocorreu na década de 1990, se cria um clima de terror para promover a entrega de uma das últimas empresas sob controle nacional ao estrangeiro.

Enquanto isso não for possível, procura-se diminuir sua dimensão e importância, impedindo sua operação na exploração de reservas que são suas, por direito, situadas em uma área que ela descobriu, sozinha, graças ao desenvolvimento de tecnologia própria e inédita e à capacidade de realização da nossa gente.

Mauro Santayana é jornalista autodidata brasileiro, colunista político do Jornal do Brasil e blogueiro.




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A tentativa de desmontar a Petrobras


"Para o editorial, o Globo certamente teve o auxílio do ectoplasma de algum editorialista dos anos 50. Os bordões são os...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 27 de fevereiro de 2015




A tentativa de desmontar a Petrobras

Jornal GGN | Por Luis Nassif


O editorial do jornal O Globo de ontem é claro. O interesse maior não é o de punir malfeitos, prender corruptos e corruptores: é mudar o sistema de partilha do pré-sal. Trata-se de uma bandeira profundamente rentável, a  julgar pelo afinco com que veículos se dedicam a ela.

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A geopolítica do petróleo não é uma mera teoria da conspiração: é um dado da realidade, por trás dos grandes movimentos políticos do século, especialmente em países que definiram modelos autônomos de exploração do petróleo. E as mídias nacionais sempre tiveram papel relevante, não propriamente por convicções liberais e internacionalistas.

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Para o editorial, o Globo certamente teve o auxílio do ectoplasma de algum editorialista dos anos 50. Os bordões são os mesmos: "O PT, ao reagir ao petrolão, ressuscita um discurso da década de 50 e recoloca o Brasil na situação de antes da assinatura dos contratos de risco, no governo Geisel: o petróleo era “nosso”, mas continuava debaixo da terra. Agora, do mar".

Valia nos anos 50, antes que a Petrobras conseguisse sucesso nas suas prospecções. É uma piada em 2015, quando a empresa consegue extrair 700 mil barris diários do pré-sal. Aliás, é o segundo erro do jornal. O primeiro é supor que a Petrobras ou o sistema de exploração do petróleo é bandeira do PT.

Trata-se de um pilar de política industrial e social que vai muito além dos jogos partidários.

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As propinas pagas são caso de polícia. Corruptores e corrompidos precisam ser identificados, processados e presos. Pretender atribuir a corrupção à empresa ou ao modelo de exploração do pré-sal é malandragem política.

Diz o editorial: "Se a Petrobras, em condições normais, já tinha dificuldades para tocar esse plano de pedigree “Brasil Grande”, agora é incapaz de mantê-lo. Não tem caixa nem crédito para isso. Não há como sustentar o modelo".

A empresa enfrenta problemas momentâneos de caixa, que poderão ser resolvidos com desmobilizações, com a entrada em operação de vários dos investimentos e assim que houver um mínimo de competência política do governo, para deslindar o novelo policial-financeiro criado pela Lava Jato.

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Ao longo das últimas décadas, os avanços proporcionados pela Petrobras foram muito além da atividade principal, de tirar petróleo. Hoje em dia, a prospecção em águas profundas é a única tecnologia global na qual o país se destaca, ao lado da aeronáutica.

A política de conteúdo nacional fortaleceu toda uma cadeia de fabricantes de máquinas e equipamentos. O transporte de combustíveis e as plataformas permitiram recriar a indústria naval. A pesquisa brasileira avançou uma enormidade através das pesquisas em rede com as principais universidades nacionais.

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Nos últimos anos, a Petrobras foi vítima de três atentados. Do PT, ao permitir e ampliar a permanência de esquemas de financiamento de campanha, destruindo os sistemas internos de controle da empresa. Do governo Dilma, ao conferir responsabilidades inéditas à empresa e, ao mesmo, tirar-lhe o oxigênio com os sub-reajustes tarifários. E, agora, da oposição e da velha mídia, valendo-se do álibi da corrupção para bancar campanhas pouco nítidas para seus patrocinadores.




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Produção de petróleo da Petrobras bateu recorde em dezembro

G1


No dia 21, empresa produziu 2,286 milhões de barris.
Novo patamar decorre da contribuição de nove sistemas de produção.

A Petrobras informou nesta terça-feira (22) que bateu um novo recorde de produção própria diária de petróleo e LGN (gás natural liquefeito) no domingo (21), quando produziu 2,286 milhões de barris. O volume produzido, que não considera a parcela de seus parceiros, supera o recorde anterior de 2,257 milhões de barris alcançado no dia 27 de dezembro de 2010. A Petrobras também bateu recorde diário de produção operada no dia 21 de dezembro, tendo produzido 2,470 milhões de barris de petróleo ao dia.

Segundo a Petrobras, o novo patamar decorre da contribuição de nove sistemas de produção. Cinco deles começaram a operar em 2013 e tiveram novos poços interligados ao longo de 2014. Outros quatro sistemas de produção foram instalados este ano.


Pré-sal

A produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras na província do pré-sal das bacias de Santos e Campos atingiu a marca histórica de 700 mil barris de petróleo por dia (bpd) no dia 16 de dezembro. Desse volume, cerca de 74% (523 mil bpd) correspondem à parcela da companhia e o restante à das empresas parceiras nas diversas áreas de produção da camada pré-sal.

Segundo a Petrobras, a produção de 700 mil barris por dia foi alcançada oito anos depois da primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, e seis meses após a marca dos 500 mil barris, obtida em junho.

O patamar de 700 mil bpd foi conseguido com a contribuição de 34 poços produtores, 16 deles localizados na Bacia de Santos, que responde por cerca de 61% do volume produzido no pré-sal – aproximadamente 429 mil barris por dia. Os demais 18 poços estão localizados no pré-sal da Bacia de Campos e respondem pelos 39% restantes da produção – cerca de 273 mil barris por dia. Atualmente, o petróleo do pré-sal é produzido por 12 diferentes plataformas, oito delas produzindo exclusivamente naquela camada geológica.

Petrobras torna-se maior produtora de petróleo entre empresas de capital aberto

Reuters


Rio de Janeiro - A Petrobras tornou-se a maior produtora de petróleo entre as empresas de capital aberto no mundo, após superar a norte-americana ExxonMobil no terceiro trimestre de 2014, informou a petroleira estatal nesta quinta-feira.

A ExxonMobil produziu 2,065 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) no terceiro trimestre, segundo o balanço da companhia, enquanto a Petrobras produziu 2,209 milhões de barris/dia no mesmo período.

Quando somadas as produções de óleo e gás, a Petrobras ainda ocupa a quarta posição no ranking, ponderou a estatal.

A notícia positiva acontece em um momento em que o preço do petróleo atingiu mínima de diversos anos no mercado internacional, reduzindo a receita com a venda do produto no exterior, enquanto a companhia ainda é alvo de acusações de envolvimento em esquemas de desvio de dinheiro.

Apesar do cenário ruim, que tem feito as ações da Petrobras sofrerem na bolsa, a empresa comemora um bom momento de resultados operacionais, após diversos atrasos na entrada em operação de plataformas.

De acordo com a petroleira, ela também foi a empresa que mais aumentou a sua produção de óleo, tanto em termos percentuais quanto absolutos, em 2014 até setembro.

"Nos nove primeiros meses de 2014, a Petrobras e a ConocoPhillips foram as únicas empresas de capital aberto que registraram aumento de produção de petróleo", afirmou a estatal. "No caso da Petrobras, esse aumento foi de 3,3 por cento e, da Conoco, de 0,4 por cento."

A Petrobras destacou ainda que bateu novo recorde de produção, de 2,286 mil bpd de óleo, em 21 de dezembro, e frisou que atingiu no pré-sal do Brasil, junto com outras petroleiras, o recorde de 700 mil bpd em 16 de dezembro.

Segundo a companhia, em 2014 foram adicionados 500 mil bpd de capacidade, com a entrada em operação de quatro novas unidades de produção. "Esse volume será gradativamente incorporado à produção, garantindo que em 2015 a empresa continue aumentando a produção de óleo e gás", afirmou.

Entretanto, a P-61, uma das plataformas programadas para o ano passado, que inicialmente entraria em operação em 2013 no campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, não havia começado a produzir até o final de dezembro.

O crescimento na produção em 2014, após pesados investimentos nos últimos anos, ocorreu depois de dois anos de recuo na extração no Brasil.

Em sua última previsão, a estatal previu elevar a produção de petróleo no país entre 5,5 e 6 por cento em 2014, abaixo da meta de 7,5 por cento traçada inicialmente no ano passado, em meio a atrasos na entrega de equipamentos.

A empresa ainda não divulgou a produção fechada de dezembro.




segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Aliança pelo Brasil em Defesa da Soberania Nacional

Mais um ato confirmado no Rio de Janeiro.

Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 23 de fevereiro de 2015




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Defender a Petrobrás é defender o Brasil





segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Vigília no edifício Senado-Edisen sem “Graça”


Amanhã (terça-feira) 10/02/2015, às 12h, ocorrerá uma vigília da Sindipetro-RJ no Edifício Senado Edisen* para...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 9 de fevereiro de 2015




Vigília no edifício Senado-Edisen sem “Graça”

APN


Próxima vigília no Edise, terça, 10/2, 12h, participe!




A vigília itinerante do Sindipetro-RJ nas bases do Rio tem novo mote: vamos intensificar a defesa da Petrobrás e dos petroleiros. A pauta continua abrangendo a reivindicação da PLR, da anistia, do pagamento dos níveis aos aposentados e do fim dos leilões, o combate sem tréguas a corrupção e o respeito aos trabalhadores do Comperj. Essa semana a Petrobrás ganhou pela 3ª vez o “Oscar” da indústria do petróleo. A OTC (Offshore Tecnology Conference 2015) considera a Petrobrás a empresa mais eficiente na produção de petróleo e gás no mar. Além disso, durante a operação “Lava a Jato”, os petroleiros aumentaram a capacidade de refino e a produção de óleo. A companhia se tornou a primeira do mundo nessa modalidade e o pré-sal já produz 715 mil barris por dia.

Se os resultados da companhia nos enchem de orgulho em trabalhar nessa empresa, ficamos tristes, pois não recebemos nossa PLR que sempre foi paga em janeiro. E o Congresso Nacional aprovou mais uma CPI da Petrobrás. Vamos ter que aturar denúncias diárias na mídia de bandidos como o ex-diretor Renato Duque, de Paulo Roberto Costa e do ex-gerente Pedro Barusco.

Interessante que apesar de pedidos para instalar CPI’s como do propinoduto do metrô de São Paulo, Sabesp, lista de Furnas, compra de votos para reeleição de FHC, aeroporto de Claudio, privatizações de FHC, parece que só querem “investigar” a Petrobrás. Será por quê? É preciso que a categoria se organize para combater com rigor corruptos e corruptores da nossa Petrobrás, defendendo a companhia e os petroleiros como fizemos na década de 90. Mas a Petrobrás é como o bolo da vovó, quanto mais batem, mais cresce! Precisamos é lutar para ampliar cada vez mais seu caráter público, sua democracia e transparência e seu compromisso com a população brasileira.


Petrobras: a grande sabotagem

Desenvolvimentistas | Por Bento Araújo


A mídia noticiou recentemente uma “suposta redução da produção na Petrobrás”, com a qual discordo e julgo descabido.

Foi noticiado internamente na empresa e no blog Desenvolvimentistas, e ainda continua sendo publicado, o que, na verdade, é um “Plano de Total Desinvestimento no Exterior”, ou seja, desde 2012, o que mais se fala na empresa, é a mudança radical do cenário que ele representa, pois tudo o que tudo o que foi comprado no exterior naquele “Plano de Internacionalização de FHC”, foi, na época, um ato intencional de vender a preços ínfimos ações na Bolsa de NY (NYSE) para propiciar uma drástica mudança de foco da empresa para o exterior, – uma espécie de “privatização branca” da gigantesca estatal petrolífera, pois naquela época, março de 1999, a Petrobras foi classificada pelo Forbes como a sexta empresa do mundo.

Esse programa de FHC teve várias denominações “programa desnacionalização”, “programa de internacionalização”, e, desde 2012, dada a importância da descoberta do Pré-sal, como mudou o cenário e também os planos, a Petrobras precisa vender essas unidades antigas no Exterior, compradas desde o início desse programa de FHC de internacionalização (desnacionalização), cujos resultados serão totalmente revertidos nos próximos anos. A Petrobras venderá a médio prazo, todas essas antigas unidades operacionais, pois muitas são antigas e obsoletas, e seu custeio para mantê-las seria muito alto. Todas essas unidades, seis compradas na era FHC no Exterior, pertencentes a multinacionais inglesas, espanholas e americanas na América Latina, mais as duas compradas pelo governo Lula (Okinawa e Pasadena) serão colocadas à venda, assim como as seis refinarias e unidades de produção, sendo uma delas a refinaria de Bahia Blanca.

O caso de Bahia Blanca foi uma negociata vergonhosa, feita com a empresa espanhola REPSOL, sete meses depois do afundamento da P-36, causado pelas ingerências do governo. Esse negócio foi um escândalo, que gerou perdas financeiras enormes para a Petrobras, coisa que a mídia e os políticos sequer comentam; tal sucata foi objeto de uma troca absurda, entregando-se uma refinaria de porte considerável, a moderna e eficiente REFAP – Canoas/RS, e mais o “brinde” de dez por cento das reservas do campo gigante de Albacora Leste (P-50). Todo esse patrimônio, que vale mais de três e meio bilhões de dólares foi trocado por uma bandeira de postos da Repsol – que valia muito pouco, – incluiu a obsoleta, minúscula refinaria de baixa complexidade de Bahia Blanca, a qual, além de não valer mais que 40 milhões de dólares, nunca deu lucro, e só amargou prejuízos para a Petrobras.

Tal negociata foi feita pelo genro do FHC, então chefe da ANP, sr David Zylbersztajn e pelo presidente estrangeiro da Petrobras, Monsieur Henry Phillipe, em dezembro de 2001, através de entendimentos com um parente de Carlos Menem, dono de um cassino de Buenos Aires, e antigo dono da Refinaria de Bahia Blanca.

As perdas financeiras provocadas por essa troca da Refap pela Refinaria de Bahia Blanca se agravaram depois da explosão ocorrida na unidade em 2012. Essa explosão causou mortes, e obrigou a unidade a permanecer fechada, sem condições de operar por muito tempo, com prejuízos enormes. Além disso, a Petrobrás ainda teve que pagar multas milionárias determinadas pela Justiça Argentina.

Portanto, esse acertado “Programa de Desinvestimento no Exterior”, anunciado em maio de 2012, foi amplamente divulgado no blog público da Petrobrás, logo após a demissão de Costa, em 30 de abril de 2012, e a demissão de Nestor Cerveró, que era diretor da Area Internacional. Ao assumir a presidência em 2012, a senhora Graça Foster exonerou o Cerveró da área internacional criada por FHC logo após a demissão de Costa, pois, além ser mudado o foco da empresa do mercado nacional para o Exterior, eles ainda realizaram, em março de 1999, uma absurda venda de um lote bilionário de ações (quase metade da Petrobras – 40% das ações OP PETR4), por um bilhão de dólares.

O governo brasileiro de então fez essa venda no pregão de Nova Iorque, ao mega-especulador norte-americano Sr George Soros, da Soros Fund Management e patrão de Armínio Fraga, então ministro do Banco Central (!) Na época, o comprador pagou com moedas podres do mercado imobiliário norte-americano, que nominalmente valiam 40 bilhões de dólares,– que pagou com moedas podres do mercado imobiliário americano, arrastados esses títulos na crise de alguns anos após. Esse negócio significou um enorme prejuízo para a Petrobrás, que deixou no NYSE a metade de seus lucros desde o ano 2000. George Soros, desde então já embolsou , apenas com a Petrobrás, mais de 90 bilhões somente no jogo de compra/vende aproveitando as altas e baixas das ações.

O patrimônio do Soros Fund Management” supera o PIB de muitos países, sendo ele o maior mega-especulador e mega-agiota do mundo. Armindo Fraga, que trabalha para Soros, muito ajudou nesses “negócios da China” no Brasil, e a empresa de Soros é o maior sócio privado da Petrobrás. Este foi um golpe de golpe de mestre na Bolsa de NY, pois as ações valiam mais de 45 bilhões de dólares e foram vendidas a um bilhão. Desde 2000, a Petrobras deixa no NYSE uma boa parte de seus lucros.

Sendo um antigo aplicador do mercado imobiliário norte-americano, Georges Soros percebeu ou antecipou o futuro colapso daquele sistema (que ocorreu em 2008) , e através de seu assistente ou assessor , o economista Arminio Fraga, passou a comprar os “negócios da China”, as “privatarias” de 65 empresas estatais brasileiras, 45 empresas estatais mexicanas e mais de 20 estatais na Argentina. Todos esses “negócios”, foram feitos respectivamente nos governos de FHC, Salinas e Menem. Esses verdadeiros “China Business” foram amplamente anunciados na imprensa internacional pelos bancos das privatizações, desses país, incluindo o BBA (Banco Bracher e Arida, pertencente aos senhores Fernão Bracher e Pérsio Arida), e o Banco Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, que teve sua prisão diligenciada pelo delegado Protógenes, e por cuja causa, para abafar o caso, Protógenes foi exonerado de suas funções na Polícia Federal.

Embora aposentado há dois anos na Petrobrás, lembro que em meus últimos anos passados na empresa esta já operava em muitos campos do Pré-Sal, reserva descoberta em julho de 2007, estimada em 80 bilhões de barris, que quintuplicou as reservas do Brasil. Acho que essa é a única explicação para os ataques ferozes do maior império consumidor de petróleo do mundo (EUA e Inglaterra). Todos esses campos do Pré-Sal estão batendo recordes diários e já estavam em operação inúmeros TLDs (Testes de Longa Duração) e FPSOs (Float Production Storage Operation), gigantesco navio-plataforma, que produz, no caso da Petrobras, cerca de 180 mil barris por dia e estoca mais de um milhão de barris. Essa carga é depois transferida para navios petroleiros, que leva o óleo para os Terminais da Petrobras.

Insisto, todas essas unidades estão em plena operação no Pré-sal, batendo recordes impressionantes a cada dia, e, na maioria das unidades com uma dezena de “poços produtores” e “poços de teste” – muitos uma com vazão surpreendente média de 40 a 45 mil barris por dia por poço, cada um capaz de abastecer uma refinaria.

Os TLDs são as unidades que operam na fase inicial do campo. Há 30 anos, essas unidades de produção inicial eram chamadas SPAs (Sistemas de Produção Antecipada) cujo objetivo, num prazo médio de 2 a 3 anos, é obter os dados da Geologia do petróleo, tais como viscosidade e grau API médio, para adequar a operação das futuras unidades definitivas.

No Brasil, novas regras legais surgiram desde 1997 com a criação da ANP (Agência Nacional do Petróleo), quando elas passaram a ser denominados TLDs (teste de longa duração), geralmente “unidades fretadas” disponíveis no mercado para operar na fase de testes. Essa é a maneira como atuam em todo o mundo, existindo grandes fretadoras de FPSOs de pequeno porte (SBM, Modec, BW, etc). Aqui no Brasil temos uma “limitação legal” criada pela ANP, pois em função dos “prazos prazos legais diferenciados” determinados pela ANP durante a sua criação em 1997, foi estabelecido para a Petrobras, um “prazo legal de três anos antes do início da operação após a “declaração da descoberta e da comercialidade do campo”. Esse prazo pode ser considerado arbitrário, porque para as petrolíferas estrangeiras, esse prazo é dilatado para oito anos.

Isso fez com que a Petrobras desde 1997, partisse para a opção dos “afretamentos” (aluguel de unidades na “fase de teste”, principalmente após o acidente da P-36, pois a pressa, a pressão e a ingerência da ANP, obrigaram a Petrobras, logo na descoberta do gigantesco Campo de Roncador em 1997, a fazer “contrato turn-key” para reduzir o prazo da obra, e atender aquela limitação legal absurda de apenas 3 anos para inicio da operação.

Se, no caso das grandes unidades, somarmos o prazo do “projeto conceitual e da Base de Projeto”, geralmente de um ano, e mais o prazo do “Projeto Básico”, que dura em média 18 meses nos casos de grandes unidades, considerando ainda o prazo do ‘Projeto de Detalhamento”, que demora na média, uns 24 meses e o prazo da obra que se inicia após o detalhamento, mais a fase de “pré-operação”, o prazo imposto não tem sentido, quando deveria, no mínimo, para cumprir com todas essas etapas, de 5 anos para a implantação de uma grande plataforma petrolífera. Também não se justifica que os prazos sejam diferentes para a empresa nacional e as estrangeiras privilegiadas. Tais regras foram estabelecidas pelos burocratas e advogados ligados aos senhores FHC e a seu genro, sr David Zylbersztajn, que nada entendem de obras de Engenharia.

Essa improvisação foi uma das causas do acidente e desastre da P-36. A ANP em concordância com a diretoria da época da empresa, Barusco e Duque, promoveram o contrato turn key, que não permite sequer uma eficiente fiscalização e controle. Nessa modalidade, a contratada assume todos os riscos, e o documento foi assinado com a Marítima em 1997. Tal empresa pertencia a um amigo de Zylbersztajn, sem qualquer experiência em plataformas petrolíferas. O acidente contou com outras causas coadjuvantes: falhas de construção pela inexperiência da empresa Marítima (o dono dessa empresa que construiu a P-36 é o Senhor German Eframovitch, um “testa-de-ferro” de Zylbersztajn, sendo que, com os lucros da P-36, ele pôde criar a empresa de aviação Oceanair, além de comprar a AVIANCA.

A produção na camada Pré-Sal, é portanto de alta produtividade em razão das características geológicas do petróleo leve da camada. Quando eu embarcava para resolver assuntos técnicos, os Geplats (Gerentes das plataformas) comentavam muito essa alta produtividade dos poços na camada Pré-Sal, que se estende numa faixa de 200 km da costa brasileira desde Santa Catarina até o sul da Bahia, na Bacia do Espirito Santo.

O que tenho acompanhado no blog da Petrobras, e nos sites do Sindipetro, é justamente o contrário da antipropaganda de “desinvestimento”: todos os investimentos da Petrobrás “no Brasil” serão mantidos, até porque os projetos estão adiantados, muitos já em fase de detalhamento e construção, incluindo os FPSOs “Replicantes” da Bacia de Santos, e os FPSOs da Cessão Onerosa. É interessante anotar que a empresa teve que pagar em dinheiro para a ANP, 5 bilhões de reais em 2011, para que não fosse leiloado.

Portanto, a notícia da redução dos investimentos da Petrobras só pode ser um equívoco ou uma interpretação equivocada da divulgação no blog da Petrobras sobre o Plano de Desinvestimento no Exterior, anunciado desde a demissão de Costa e Cerveró em março de 2012. Na mesma época, outros ex-diretores nomeados por FHC, ferozmente alinhados aos desmontes da internacionalização e extinção dos departamentos, e o fatiamento da empresa pela criação das Unidades de Negócio, foram demitidos (dois) e os outros se desligaram da Petrobrás para trabalhar em mercados privados ou para se aposentarem.

É importante também entender o desastre provocado pelo desmonte das 65 estatais lucrativas que foram privatizadas, sendo duas no governo Collor (Usiminas e Acesita) e as outras 63 no governo FHC, incluindo o negócio mais lucrativo do mundo: as seis petroquímicas da Holding Petrobras que foram construídas pela Petrobras nas décadas de 1960 e 1970. Elas geram lucros exorbitantes para a Nação e agora esses lucros exorbitantes vão para os “bolsos privados” que as compraram a preços ínfimos em outros tantos “negócios da China”, ou seja, negociatas feitas por FHC em 1995 e 1996 como favores ao capital privado. Portanto todas as estatais lucrativas incluindo a metade das ações da Petrobrás e suas petroquímicas subsidiárias foram vendidas a preços ínfimos, além das 26 empresas de telecomunicações da Telebras, vendidas a “preço de banana” e com concessão de empréstimos, na maior parte para os espanhóis da Telefonica, crimes que se podem considerar de “lesa-pátria”.

Se as estatais fossem vendidas a preços corretos, na remuneração justa do capital, forneceriam recursos para construir e equipar vinte mil hospitais públicos, construir dez mil escolas, duas para cada cidade brasileira, e ainda sobraria para reconstruir as ferrovias brasileiras, sucateadas mais ferozmente também nos governos Collor e FHC.

Por essa razão, FHC criou uma REDE DE PROTEÇÃO, no “apagar das luzes” do governo em 2002, que proíbe por trinta anos (portanto até 2032) investigar todos os processos de privatização feitos no seu governo e ainda tornam sigilosos todos os documentos das privatizações, incluindo a venda das ações preferencias da Petrobras para o patrão de Armínio Praga, digo, Armínio Fraga, o megaespeculador George Soros dono da empresa de fomento que detém hoje o maior controle acionário privado da Petrobrás e ainda ele controla outras 25 empresas estatais de energia elétrica privatizadas no México, Argentina, Leste Europeu e Ásia.

Fernando Collor inclusive, contratou a consultoria de um banco estrangeiro para propor um maquiavélico Plano de Desnacionalização e Privatização das Estatais Brasileiras. O plano vazou na mídia empresarial por ser altamente lesivo aos interesses públicos, foi publicado na íntegra no jornal RR (Relatório Reservado – edição de Julho de 1990), com o título do relatório “Preliminary ideas for a privatization master plan in Brail of Petrbrás Group, Eletrobras Group, Telebras Group, Siderbras Group and Infraero Group – The First Suisse Bank of Boston – april 1990”.

O documento propôs centenas de ações governamentais e políticas “passo a passo” para fazer os desmontes nas 65 estatais brasileiras mais lucrativas, incluindo, o fatiamento dessas empresas em “Asets”, Unidades de Negócio, extinção de departamentos estratégicos e de todas as subsidiárias lucrativas, provocar sindicatos para fomentar “greves desgastantes”, internacionalizar a petroleira brasileira e vender ações no Exterior para tirar o foco nacional, desnacionalizar as empresas, nomear “aliados internos”, com algumas promoções “meteóricas” e muitas outras maldades.

Desejando-se conhecer o que sobrou após esses desmontes, digite-se o título no Google “George Soros e a Petrobrás”, e lá se encontrarão as últimas movimentações de Soros. Em 1999, ele ganhou a “raspadinha” do lote bilionário de quase metade das ações preferenciais da Petrobrás (PETR4) vendidas no NYSE por FHC e seu genro, a preços ínfimos. Soros pagou a bagatela de um bilhão de dólares com moedas podres do mercado imobiliário, depois ainda revendeu uma parte para outros investidores americanos em agosto de 2007, quando as ações tiveram a maior alta da história. Elas explodiram após a descoberta do Pré-Sal em julho de 2007, e agora, mais recentemente, durante todo o ano de 2014, com os ataques políticos no Brasil e o dumping mundial do preço do petróleo, iniciado em janeiro de 2014 – o qual fez cair pela metade o valor do barril de petróleo – golpe do Império para afetar os países produtores não-alinhados (Irã e Venezuela). As ações de 20 petrolíferas caíram desde janeiro do ano passado, e Soros aproveitou para recomprar as ações que ele vendeu na alta em 2007, recomprando agora na baixa.

Bento Araújo, professor e engenheiro, tem uma carreira de 45 anos na indústria, sendo que 26 anos na Petrobrás. Anteriormente trabalhou (19 anos) em outros setores da área de infra-etrutura, como o Setor Elétrico, pela subsidiária SBE da Eletrobras; na construção e ampliação da ACESITA, empresa siderúrgica produtora de aços especiais; e na Cia Vale do Rio Doce – obras de ampliação da Mina Conceição e Mina do Campestre, em Itabira.

Petrobras recebe maior prêmio da indústria de petróleo e gás offshore mundial

Desenvolvimentistas


Prêmio será concedido em reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas pela empresa para a produção da camada Pré-Sal.

Em maio de 2015, em Houston (EUA), a Petrobras receberá pela terceira vez o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions em reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal.

Esse prêmio é o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.

Em 1992, a Petrobras recebeu o prêmio por conquistas técnicas notáveis relacionadas ao desenvolvimento de sistemas de produção em águas profundas relativas ao campo de Marlim e, em 2001, por avanços nas tecnologias e na economicidade de projetos de águas profundas, no desenvolvimento do campo de Roncador.

Em carta comunicando a premiação à Petrobras, o Presidente da Offshore Technology Conference (OTC), Edward G. Stokes, destacou: “Este prêmio é um reconhecimento das conquistas notáveis, significativas e únicas alcançadas pela Petrobras, e das grandes contribuições para a nossa indústria (óleo e gás offshore). O comitê de seleção (da OTC) ficou extremamente impressionado com esta nomeação. As conquistas que a Petrobras fez na perfuração e produção desses reservatórios desafiadores são de classe mundial. A indústria aprendeu muito a partir das informações compartilhadas pela Petrobras sobre o Pré-Sal nos artigos e sessões apresentados na OTC. Nós todos nos beneficiamos do seu sucesso.”

Produção no Pré-Sal

O recente recorde de produção de óleo na camada Pré-Sal, de 713 mil barris diários de petróleo, obtido em 21/12/2014, demonstra a robustez das tecnologias aplicadas.

Quanto vale a Petrobras

Jornal do Brasil | Por Mauro Santayana


O adiamento do balanço da Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações.

A divulgação do balanço há poucos dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no preço das ações.

E, naturalmente,  a novas reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor - subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto presente em bolsa - da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa -  incluindo hienas de outros países - vide as últimas idiotices do Financial Times - que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.             

O que importa mais na Petrobras?

O valor das ações, espremido  também por uma campanha que vai muito além da intenção de sanear a empresa e combater eventuais casos de corrupção e que inclui de apelos, nas redes sociais, para que consumidores deixem de abastecer seus carros nos postos BR; à aberta torcida para que “ela quebre, para acabar com o governo”; ou para que seja privatizada, de preferência, com a entrega de seu controle para estrangeiros, para que se possa - como afirmou um internauta - pagar um real por litro de gasolina, como nos EUA " ?

Para quem investe em bolsa, o valor da Petrobras se mede em dólares, ou em reais, pela cotação do momento, e muitos especuladores estão fazendo fortunas, dentro e fora do Brasil, da noite para o dia, com a flutuação dos títulos derivada, também, da campanha antinacional em curso, refletida no clima de “terrorismo”  e no desejo de "jogar gasolina na fogueira", que tomou conta dos espaços mais conservadores - para não dizer golpistas, fascistas, até mesmo por conivência - da  internet.   

Para os patriotas, e ainda os há, graças a Deus, o que importa mais, na Petrobras, é seu valor intrínseco, simbólico, permanente, e intangível, e o seu papel estratégico para o desenvolvimento e o fortalecimento do Brasil.

Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, em nossa geração, foram para as ruas e para a prisão, e apanharam de cassetete e bombas de gás, para exigir a criação de uma empresa nacional voltada para a exploração de uma das maiores riquezas econômicas e estratégicas da época, em um momento em que todos diziam que não havia petróleo no Brasil, e que, se houvesse, não teríamos, atrasados e subdesenvolvidos que “somos”, condições técnicas de explorá-lo ?

Quanto vale a formação, ao longo de décadas, de uma equipe de 86.000 funcionários, trabalhadores, técnicos e engenheiros, em um dos segmentos mais complexos da atuação humana?

Quanto vale a luta, o trabalho, a coragem, a determinação daqueles, que, não tendo achado petróleo em grande quantidade em terra, foram buscá-lo no mar, batendo sucessivos recordes de poços mais profundos do planeta; criaram soluções, "know-how", conhecimento;  transformaram a Petrobras na primeira referência no campo da exploração de petróleo a centenas, milhares de metros de profundidade; a dezenas, centenas  de quilômetros da costa; e na mais premiada empresa da história da OTC - Offshore Technology Conferences, o "Oscar" tecnológico da exploração  de petróleo em alto mar, que se realiza a cada dois anos, na cidade de Houston, no Texas, nos Estados Unidos ?

Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, ao longo da história da maior empresa brasileira - condição que ultrapassa em muito, seu eventual valor de "mercado" - enfrentaram todas as ameaças à sua desnacionalização, incluindo a ignominiosa tentativa de alterar seu nome, retirando-lhe a condição de brasileira,  mudando-o para "Petrobrax", durante a tragédia privatista e “entreguista” dos anos 1990 ?

Quanto vale uma companhia presente em 17 países, que provou o seu valor, na descoberta e exploração de óleo e gás, dos campos do Oriente Médio ao Mar Cáspio,  da costa africana às águas norte-americanas do Golfo do México ?

Quanto  vale uma empresa que reuniu à sua volta, no Brasil, uma das maiores estruturas do mundo em Pesquisa e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, trazendo para cá os principais laboratórios, fora de seus países de origem, de algumas das mais avançadas empresas do  planeta?

Por que enquanto virou moda - nas redes sociais e fora da internet -  mostrar desprezo, ódio e descrédito pela Petrobras, as mais importantes empresas mundiais de tecnologia seguem acreditando nela, e querem desenvolver e desbravar, junto com a maior empresa brasileira, as novas fronteiras da tecnologia de exploração de óleo e gás em águas profundas?

Por que em novembro de 2014, há apenas pouco mais de três meses, portanto, a General Electric inaugurou, no Rio de Janeiro, com um investimento de 1 bilhão de reais, o seu Centro Global de Inovação, junto a outras empresas que já trouxeram seus principais laboratórios para perto da Petrobras, como a BG, a Schlumberger, a Halliburton, a FMC, a Siemens, a Baker Hughes, a Tenaris Confab, a EMC2 a V&M e a Statoil ?

Quanto vale o fato de a Petrobras ser a maior empresa da América Latina, e a de maior lucro em 2013 - mais de 10 bilhões de dólares - enquanto a PEMEX mexicana, por exemplo, teve um prejuízo de mais de 12 bilhões de dólares no mesmo período ?

Quanto vale o fato de a Petrobras ter ultrapassado, no terceiro trimestre de 2014, a EXXON norte-americana como a maior produtora de petróleo do mundo, entre as maiores companhias petrolíferas mundiais de capital aberto ?

É preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras  e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também política.

A PETROBRAS teve um faturamento de 305 bilhões de reais em 2013, investe mais de 100 bilhões de reais por ano, opera uma frota de 326 navios, tem 35.000 quilômetros de dutos, mais de 17 bilhões de barris em reservas, 15 refinarias e 134 plataformas de produção de gás e de petróleo.

É óbvio que uma empresa de energia com essa dimensão e complexidade, que, além dessas áreas, atua também com termoeletricidade, biodiesel, fertilizantes e etanol, só poderia lançar em balanço eventuais prejuízos com o desvio de recursos por corrupção, à medida que esses desvios ou prejuízos fossem “quantificados” sem sombra de dúvida, para depois ser - como diz o “mercado” - "precificados", um por um, e não por atacado, com números aleatórios, multiplicados até quase o infinito, como tem ocorrido até agora.

As cifras estratosféricas (de 10 a dezenas de bilhões de reais), que contrastam com o dinheiro efetivamente  descoberto e desviado para o exterior até agora, e enchem a boca de "analistas", ao falar dos prejuízos, sem citar fatos ou documentos que as justifiquem, lembram o caso do "Mensalão".

Naquela época, adversários dos envolvidos cansaram-se de repetir, na imprensa e fora dela, ao longo de meses a fio, tratar-se a denúncia de Roberto Jefferson, depois de ter um apaniguado filmado roubando nos Correios, de o "maior escândalo da história da República",  bordão esse que voltou a ser utilizado maciçamente, agora, no caso da Petrobras.

Em dezembro de 2014, um estudo feito pelo instituto Avante Brasil, que, com certeza não defende a “situação”, levantou os 31 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos.

Nesse estudo, o “mensalão” - o nacional, não o “mineiro” - acabou ficando em décimo-oitavo lugar no ranking, tendo envolvido menos da metade dos  recursos  do “trensalão” tucano de São Paulo e uma parcela duzentas menor que a cifra relacionada ao escândalo do Banestado, ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, que, em primeiríssimo lugar, envolveu, segundo o levantamento, em valores atualizados, aproximadamente 60 bilhões de reais.

E ninguém, absolutamente ninguém, que dizia ser o mensalão o maior dos escândalos da história do Brasil, tomou a iniciativa de tocar, sequer, no tema - apesar do “doleiro” do caso Petrobras, Alberto Youssef, ser o mesmo do caso Banestado -  até agora.

Os problemas derivados da queda da cotação do preço internacional do petróleo não são de responsabilidade da Petrobras e afetam igualmente suas principais concorrentes.

Eles advém da decisão tomada pela Arábia Saudita de tentar quebrar a indústria de extração de óleo de xisto nos Estados Unidos, aumentando a oferta saudita e diminuindo a cotação do produto no mercado global.

Como o petróleo extraído pela Petrobras destina-se à produção de combustíveis para o próprio mercado brasileiro, que deve aumentar com a entrada em produção de novas  refinarias, como a Abreu e Lima; ou para a “troca” por petróleo de outra graduação, com outros países, a empresa deverá ser menos prejudicada por esse processo.

A produção de petróleo da companhia está aumentando, e também as descobertas, que já somam várias depois da eclosão do escândalo.

E, mesmo que houvesse prejuízo - e não há - na extração de petróleo do pré-sal, que já passa de 500.000 barris por dia, ainda assim valeria a pena para o país, pelo efeito multiplicador das atividades da empresa, que garante, com a política de conteúdo nacional mínimo, milhares de empregos qualificados na construção naval, na indústria de equipamentos, na siderurgia, na  metalurgia, na tecnologia.   

A Petrobras foi, é e será, com todos os seus problemas, um instrumento de fundamental importância estratégica para o desenvolvimento nacional, e especialmente para os estados onde tem maior atuação, como é o caso do Rio de Janeiro.

Em vez de acabar com ela, como muitos gostariam, o que o Brasil precisaria é ter duas, três, quatro, cinco Petrobras.

É necessário punir os ladrões que a assaltaram ?

Ninguém duvida disso.

Mas é preciso lembrar, também, uma verdade cristalina.

A Petrobras não é apenas uma empresa.

Ela é uma Nação.

Um conceito.

Uma bandeira.

E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.

Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.

E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.

Petrobras torna-se maior produtora de petróleo entre empresas de capital aberto

Desenvolvimentistas


Rio de Janeiro – A Petrobras tornou-se a maior produtora de petróleo entre as empresas de capital aberto no mundo, após superar a norte-americana ExxonMobil no terceiro trimestre de 2014, informou a petroleira estatal nesta quinta-feira.

A ExxonMobil produziu 2,065 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) no terceiro trimestre, segundo o balanço da companhia, enquanto a Petrobras produziu 2,209 milhões de barris/dia no mesmo período.

Quando somadas as produções de óleo e gás, a Petrobras ainda ocupa a quarta posição no ranking, ponderou a estatal.

A notícia positiva acontece em um momento em que o preço do petróleo atingiu mínima de diversos anos no mercado internacional, reduzindo a receita com a venda do produto no exterior, enquanto a companhia ainda é alvo de acusações de envolvimento em esquemas de desvio de dinheiro.

Apesar do cenário ruim, que tem feito as ações da Petrobras sofrerem na bolsa, a empresa comemora um bom momento de resultados operacionais, após diversos atrasos na entrada em operação de plataformas.

De acordo com a petroleira, ela também foi a empresa que mais aumentou a sua produção de óleo, tanto em termos percentuais quanto absolutos, em 2014 até setembro.

“Nos nove primeiros meses de 2014, a Petrobras e a ConocoPhillips foram as únicas empresas de capital aberto que registraram aumento de produção de petróleo”, afirmou a estatal. “No caso da Petrobras, esse aumento foi de 3,3 por cento e, da Conoco, de 0,4 por cento.”

A Petrobras destacou ainda que bateu novo recorde de produção, de 2,286 mil bpd de óleo, em 21 de dezembro, e frisou que atingiu no pré-sal do Brasil, junto com outras petroleiras, o recorde de 700 mil bpd em 16 de dezembro.

Segundo a companhia, em 2014 foram adicionados 500 mil bpd de capacidade, com a entrada em operação de quatro novas unidades de produção.

“Esse volume será gradativamente incorporado à produção, garantindo que em 2015 a empresa continue aumentando a produção de óleo e gás”, afirmou.

Entretanto, a P-61, uma das plataformas programadas para o ano passado, que inicialmente entraria em operação em 2013 no campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, não havia começado a produzir até o final de dezembro.

O crescimento na produção em 2014, após pesados investimentos nos últimos anos, ocorreu depois de dois anos de recuo na extração no Brasil.

Em sua última previsão, a estatal previu elevar a produção de petróleo no país entre 5,5 e 6 por cento em 2014, abaixo da meta de 7,5 por cento traçada inicialmente no ano passado, em meio a atrasos na entrega de equipamentos.

A empresa ainda não divulgou a produção fechada de dezembro.