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- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...
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quarta-feira, 20 de maio de 2015
terça-feira, 19 de maio de 2015
Sinedino: Lucro no trimestre demonstra que Petrobás não tem problema operacional
"Para Silvio Sinedino, ex-conselheiro eleito pelos funcionários para o Conselho de Administração da Petrobrás, o lucro...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 19 de maio de 2015
Sinedino: Lucro no trimestre demonstra que Petrobás não tem problema operacional
AEPET | Por Rogério Lessa Benemond
Alguns aspectos do balanço do primeiro trimestre de 2015, que não receberam o devido destaque nas notícias sobre o recente desempenho da Petrobrás:
- O lucro ajustado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 21,518 bilhões, representando um crescimento de 50% ante igual período de 2014.
- O lucro operacional foi de R$ 13,3 bilhões, 76% superior ao do primeiro trimestre do ano passado, principalmente devido ao crescimento da produção de petróleo e gás, às maiores margens na comercialização de derivados e aos menores gastos com participação governamental e importações. Além disso, o resultado do 1º trimestre de 2014 foi impactado pelo provisionamento de gastos com o Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (R$ 2,4 bilhões), o que não se repetiu em 2015.
Para Silvio Sinedino, ex-conselheiro eleito pelos funcionários para o Conselho de Administração da Petrobrás, o lucro de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre só confirma o que ele vem reiterando insistentemente: os problemas da Companhia não são de ordem operacional. "Se os preços estiverem minimamente alinhados, sem o subsídio aos preços dos combustíveis, a empresa continuará lucrando", disse.
Sinedino, que é diretor da AEPET, considera que, além do subsídio aos combustíveis, os contratos do tipo EPC contribuíram para a crise vivida pela Companhia. Ele espera que a mudança neste quesito será decisiva para manter a Petrobrás nos trilhos. "Na RNEST (Abreu e Lima), os contratos das obras tiveram nada menos que 362 aditivos, o que é um absurdo. No mais, basta deixar o petroleiro trabalhar que o resultado será positivo", disse, minimizando as análises pessimistas quanto ao nível de endividamento da empresa, sobretudo as notícias após a divulgação do balanço trimestral.
"O endividamento subiu, mas é importante reparar que a quantidade de barris que temos no pré-sal não está devidamente contabilizada nos balanços, pois com aquelas reservas a relação entre a dívida e os ativos da Companhia seria outra", ponderou.
O destaque dado aos preços dos combustíveis pela Petrobrás na divulgação do balanço trimestral mostra convergência com a opinião de Sinedino, que foi presidente da AEPET. A Companhia destacou que houve, no trimestre, o efeito integral dos reajustes de 5% no preço do diesel e de 3% no preço da gasolina ocorridos em 7 de novembro de 2014. Também influenciaram no resultado, segundo a Petrobrás, os menores custos de vendas por conta da redução dos gastos.
Vale ressaltar que nem todo o noticiário foi negativo para a empresa. A Folha de S. Paulo, por exemplo, veiculou que a recuperação das ações da Petrobrás têm o potencial de impulsionar um novo ciclo de alta na Bolsa brasileira e uma entrada maior de investimentos estrangeiros no país. Na avaliação de analistas ouvidos pelo jornal paulista, a empresa conseguiu se apropriar da defasagem no preço dos combustíveis vendidos no país e mostrou resiliência para lidar com o impacto da alta do dólar nas importações e na gestão da dívida. "O resultado foi um lucro líquido de R$ 5,33 bilhões no primeiro trimestre, 1,2% abaixo do mesmo período de 2014, mas acima da previsão de ganho próximo de R$ 2,5 bilhões", pontua o jornal. De acordo com o veículo, as ações da Petrobrás respondem por 9,85% do Ibovespa, principal índice da Bolsa, atrás apenas dos bancos Itaú (11,14%) e Bradesco (9,93%).
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Petrobrás lucra R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre
"Para o futuro, análises preliminares de especialistas consideram que pesará a favor da empresa o fim do subsídio forç...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 18 de maio de 2015
Petrobrás lucra R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre
AEPET | Por Rogério Lessa Benemond
Apesar da baixa de 7,3% no volume de vendas e de 28% no preço do barril de petróleo brent nos últimos 12 meses, a Petrobrás apresentou nesta sexta-feira (15) o balanço do primeiro trimestre, que registrou lucro R$ 5,3 bilhões. O resultado é praticamente igual ao auferido no mesmo período do ano passado (R$ 5,4 bilhões).
Para o futuro, análises preliminares de especialistas consideram que pesará a favor da empresa o fim do subsídio forçado nos preços de combustíveis que, segundo cálculos, causaram perdas de R$ 60 bilhões à Companhia, e o avanço da produção no pré-sal, que já cresceu 70% neste ano.
Cabe agora à presidente Dilma Rousseff, que declarou na última quinta-feira (14) que não haverá mudanças na política de conteúdo nacional nem no regime de partilha, honrar seus compromissos políticos e manter a empresa no caminho da recuperação, driblando os entreguistas e evitando que se repitam os malfeitos que determinaram o prejuízo verificado em 2014, o primeiro desde 1991.
sábado, 16 de maio de 2015
Nosso lucro líquido no 1º trimestre de 2015 foi de R$ 5,3 bilhões
Nosso lucro líquido no 1º trimestre de 2015 foi de R$ 5,3 bilhões
Petrobras - Fatos e Dados
Leia o comunicado que divulgamos nesta sexta-feira (15/5) sobre nossos resultados do 1º trimestre de 2015:
• A Petrobras obteve lucro líquido de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre de 2015, 1% inferior ao mesmo período do ano passado. O resultado reflete o aumento da despesa financeira líquida da companhia, principalmente em função da maior depreciação do real em relação ao dólar.
• O lucro operacional foi de R$ 13,3 bilhões, 76% superior ao do primeiro trimestre do ano passado, principalmente devido ao crescimento da produção de petróleo e gás, às maiores margens na comercialização de derivados e aos menores gastos com participação governamental e importações. Além disso, o resultado do 1º trimestre de 2014 foi impactado pelo provisionamento de gastos com o Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (R$ 2,4 bilhões), o que não se repetiu em 2015.
• O EBITDA ajustado do trimestre foi de R$ 21,5 bilhões, um aumento de 50% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. O resultado reflete os aumentos nos preços de diesel e gasolina em novembro de 2014, assim como o maior lucro operacional acima destacado.
• Os investimentos totalizaram R$ 17,8 bilhões, 13% inferior a do 1º trimestre de 2014. O foco dos investimentos foi o segmento de Exploração e Produção no Brasil, que recebeu 79% dos recursos, com destaque para os projetos de aumento da capacidade produtiva.
• A Petrobras terminou o trimestre com R$ 68,2 bilhões em caixa.
Destaques operacionais
• A produção de petróleo e gás natural da Petrobras (Brasil e exterior) cresceu 11% em relação ao 1º trimestre de 2014, atingindo a média de 2 milhões 803 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). Em abril, foi atingido recorde na produção mensal de petróleo no pré-sal, de 715 mil barris por dia.
• Neste trimestre, foi iniciada a operação do sistema de produção antecipada do campo de Búzios (Bacia de Santos); da P-61, no campo de Papa-Terra (Bacia de Campos); e do campo de Hadrian South, em águas ultraprofundas no Golfo do México (EUA).
• No refino, a produção total de derivados no Brasil e exterior foi de 2 milhões 119 mil bpd, 8% inferior ao mesmo período de 2014. A queda na produção doméstica deveu-se à parada programada na Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, parcialmente compensada pela contribuição da produção da RNEST.
Leia mais na nossa página de Relacionamento com Investidores.
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