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Posted by Em Defesa da Petrobras on Quinta, 21 de maio de 2015
- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015
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quinta-feira, 21 de maio de 2015
Petrobras planeja buscar sondas no exterior caso Sete Brasil atrase entrega
terça-feira, 19 de maio de 2015
Janio: inimigos da Petrobras perderam batalha, mas segue a guerra pelo petróleo
"A queda brutal de prestígio da Petrobras custou-lhe perda de força política e, na sua cúpula, uma perplexidade que a...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 19 de maio de 2015
Janio: inimigos da Petrobras perderam batalha, mas segue a guerra pelo petróleo
Emanuel Cancella | Por Fernando Brito
O mestre Janio de Freitas publica hoje, com a habitual coragem de ir na contramão do entreguismo dominante em nossa mídia, artigo que, de forma muito mais talentosa que este blog o fez, analisa a derrota dos inimigos da independência econômica do Brasil com o bom resultado apresentado pela Petrobras.
Importante notar que a causa que os move é tão imoral e lesa-pátria que precisa ser travestida em “defender enriquecimento maior e mais rápido do país”, como escreve Janio.
O discurso dos que não creem no Brasil é sempre este: não temos dinheiro, não temos capacidade, não temos gestão.
A presença de gatunos dentro da empresa, de maneira descarada, é usada como argumento para sua atrofia, paralisação ou, até, para que dela se amputem as maiores reservas de petróleo já descobertas no Brasil.
Com a ousada novidade, agora, de que o José Serra, o “amigo da Chevron”, chega ao ponto de alegar falta de “pessoal capacitado” numa empresa que, dias atrás, recebeu o maior prêmio de reconhecimento mundial de exploração de petróleo offshore.
O bom negócio
O surpreendente lucro de R$ 5,3 bilhões da Petrobras nos três primeiros meses do ano, contra todas as previsões, deu um tombo na poderosa articulação para retirar dela a participação, por lei, na operação e exploração do pré-sal concedidas a outras petroleiras.
O tombo não causou danos fatais, mas trouxe duas linhas de problemas para a articulação.
A queda brutal de prestígio da Petrobras custou-lhe perda de força política e, na sua cúpula, uma perplexidade que a exauriu de autoconfiança. Em seguida aos êxitos no problemático pré-sal, de repente a Petrobras estava vulnerável. Para o objetivo de retirar-lhe a participação geral e até mesmo jazidas inteiras, era hora de atacar. E o ataque começou. Mais subterrâneo. Para efeito público, apenas aparições com a duvidosa sutileza de apenas defender enriquecimento maior e mais rápido do país.
Os resultados do primeiro trimestre mudaram essa arquitetura da situação. Ao lucro surpreendente juntou-se a surpresa do aumento de 10,7% na produção de petróleo. Desde o final da semana passada, a Petrobras, com toda a certeza, conta outra vez com prestígio e com a decorrente força política em medida bastante para resistir, e ter quem a defenda de investidas ambiciosas.
A confusão difundida entre a bandidagem de alguns dirigentes e a própria empresa paralisou os segmentos que sempre estiveram com a Petrobras, em sua guerra já de mais de 70 anos. Entre os efeitos do primeiro trimestre é bastante provável a reanimação dessas forças organizadas para contrapor-se a ações de redução da Petrobras.
Mesmo sob novas condições, o assédio à empresa e, em particular, ao seu pré-sal vai continuar. Com a conquista do Ministério de Minas e Energia, cujo ministro Eduardo Braga já se manifestou pela reversão de direitos da Petrobras no pré-sal, e com atitudes no Congresso. Onde José Serra propõe ao Senado um projeto que retira da Petrobras, explicita e drasticamente, a presença em concessões do pré-sal a outros.
Em entrevista à GloboNews, José Serra juntou, àquele argumento lembrado lá atrás, um de sua lavra que parece até ofensivo à Petrobras. Disse ele que a empresa nem dispõe de quadro funcional para a atividade que a lei lhe confere no pré-sal. Mas o corpo técnico da Petrobras é considerado o mais competente no mundo para exploração em ação profundas. Uma ligeira ideia disso: no pré-sal, os técnicos da Petrobras fazem extração até a oito quilômetros de profundidade.
Janio de Freitas
quinta-feira, 14 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Para Petrobras, produção e custos já mostram acerto do regime de partilha do pré-sal
Para Petrobras, produção e custos já mostram acerto do regime de partilha do pré-sal"Produtividade é maior do que se...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quarta, 13 de maio de 2015
Para Petrobras, produção e custos já mostram acerto do regime de partilha do pré-sal
RBA
Produtividade é maior do que se previa; calculava-se que os poços renderiam de 15 a 20 mil barris diários, mas a média está em 25 mil, chegando a 40 mil
São Paulo – As primeiras notícias do pré-sal correram o mundo há oito anos e colocaram o Brasil imediatamente no grupo das potências globais de energia. Especialistas chegaram a duvidar da capacidade de se retirar petróleo a 300 quilômetros da costa brasileira e a mais de 5 mil de profundidade no mar. Hoje, porém, os resultados são surpreendentes e mostram o pré-sal como uma realidade bastante concreta.
Em março deste ano, a produção no pré-sal chegou 672 mil barris por dia (equivalente a 28% da produção nacional), bem acima dos 395 mil de 2014 e dos 42 mil de 2010. A produtividade também é maior do que se previa. Calculou-se inicialmente que os poços renderiam de 15 a 20 mil barris diários. Atualmente, a média está em 25 mil, chegando 40 mil em poços dos campos de Sapinhoá e Lula (na bacia de Santos).
Os custos de produção eram outra fonte de dúvida, por conta do desafio tecnológico. No começo, estimou-se que o pré-sal seria viável a US$ 45 por barril. Nesta semana, a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, informou que os números de viabilidade econômica caminham para valores bem menores, em torno de US$ 9, graças à escala de produção maior e aos investimentos em tecnologia.
“Nós podemos garantir que o pré-sal é viável com um custo de produção de nove dólares por barril. Se considerarmos que duas unidades de produção ainda não estão produzindo com sua capacidade total, o custo de produção será menor ainda. A eficiência operacional em torno de 92% contribuiu significativamente para atingirmos estes baixos custos”, afirmou.
Segundo ela, o pré-sal se desenvolveu com mais velocidade na bacia de Campos, no litoral norte do Rio de Janeiro, devido à infraestrutura já existente. A primeira produção comercial ocorreu em 2008. Já na bacia de Santos, os desafios foram bem maiores, uma vez que não havia infraestrutura instalada, os reservatórios estão a 2.500 metros de profundidades no mar, além de uma camada de sal de 2 mil metros de espessura. No final das contas, o petróleo encontra-se até 7 mil metros abaixo da superfície do mar.
Educação e Saúde
Com resultados expressivos, uma das vantagens do pré-sal é o modelo de exploração. Foi escolhido o sistema de “partilha” que garante à Petrobras uma participação de, pelo menos, 30% nos consórcios. Se O Pré-sal fosse pelo formato de “concessão”, a empresa operadora seria detentora integral do que se produz. A lei brasileira garante ainda que 75% dos royaltes do pré-sal devem ser aplicados na área de Educação e 25% em Saúde
“O modelo de partilha é o mais compensador para o país, pelo fato de o pré-sal ser uma reserva testada e segura”, diz o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Para ele, a escolha do governo foi muita acertada e tem uma dimensão estratégica para além da área de petróleo. “É muito importante o uso dos 75% dos royalties para Educação e os 25% para Saúde”, acrescentou.
domingo, 10 de maio de 2015
O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato - Parte 2
Alerta importante. Quem não pôde ver as duas partes, veja a segunda.As nossas indústrias naval e pesada correm sérios...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 10 de maio de 2015
O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato
Muito importante. Quem puder assista!
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 10 de maio de 2015
O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato
Jornal GGN | Por Ronaldo Bicalho
Neste episódio do programa InfoPetro, Carlos Frederico Rocha, Professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, fala sobre os grandes desafios da política industrial associada ao Pré-sal e analisa os impactos da operação Lava-Jato sobre este esforço de qualificação tecnológica e industrial ensaiado pelo país.
Parte 1
Parte 2
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Novo site apresenta tecnologias pioneiras do pré-sal premiadas na OTC 2015
Está no ar o site Tecnologias do Pré-Sal, um dos conteúdos especiais que lançamos para destacar nossa premiação na OTC...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 8 de maio de 2015
Novo site apresenta tecnologias pioneiras do pré-sal premiadas na OTC 2015
Petrobras Fatos e Dados
Está no ar o site Tecnologias do Pré-Sal, um dos conteúdos especiais que lançamos para destacar nossa premiação na OTC 2015. As dez tecnologias premiadas, que hoje representam um importante legado para toda a indústria petrolífera, são apresentadas por meio de animações, que mostram como funcionam as inovações nos sistemas de dutos de coleta submarinos, na construção de poços e nos sistemas de separação e injeção de CO2.
Além dos desafios tecnológicos, tivemos que enfrentar desafios logísticos para produzirmos no pré-sal, como lidar com condições severas e sem qualquer infraestrutura de produção pré-instalada. O site conta um pouco dessa trajetória, inclui depoimentos de parceiros que participaram do projeto e oferece dados sobre os impactos na produção.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Custo de extração no pré-sal é de US$ 9 o barril
"Fica cada vez mais fácil entender a intenção daqueles que desdenham da Petrobrás ou procuram alterar as regras que...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quinta, 7 de maio de 2015
Custo de extração no pré-sal é de US$ 9 o barril
AEPET | Por Rogério Lessa Benemond
Fica cada vez mais fácil entender a intenção daqueles que desdenham da Petrobrás ou procuram alterar as regras que garantem à Companhia a posição de operadora única e participação de 30% em todos os empreendimentos no pré-sal. De acordo com a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes, o custo de extração de petróleo na camada pré-sal não para de cair e atingiu o patamar de US$ 9 o barril - abaixo da média da estatal, de US$ 14,6 por barril, e da média das empresas do setor, de US$ 15 por barril.
A executiva, que apresentou um panorama do pré-sal no almoço-palestra “Pre-Salt: What Has Been Done So Far and What is Coming Ahead” (“Pré-sal: o que já foi feito e o que vem pela frente”), nesta terça-feira (5/5), na Offshore Technology Conference 2015, em Houston (EUA), disse que a produtividade do pré-sal excedeu as expectativas e o custo de produção tende a cair ainda mais no futuro próximo. “Atualmente, a média de produção no pré-sal da bacia de Santos ultrapassa 25 mil barris de petróleo por dia (bpd). Cinco poços produzem, cada um, mais de 30 mil barris por dia. E os campos de Sapinhoá e Lula possuem poços em que a média de produção pode atingir 40 mil barris por dia”, informou.
Dez tecnologias pioneiras
Ainda na sessão sobre pré-sal, foram detalhadas as 10 soluções tecnológicas, decisivas para o sucesso da implementação dos projetos do pré-sal, e que levaram a Petrobras a ser premiada com a OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations, and Institutions, reconhecimento mais importante que uma empresa de petróleo pode receber como operadora offshore:
1 – Primeira boia de sustentação de risers (BSR) – Boia que sustenta as tubulações que conduzem o petróleo ou o gás do poço no fundo do mar até a plataforma, aliviando a carga sobre esta. Permite a instalação dos risers antes mesmo da chegada da plataforma de produção.
2 – Primeiro riser rígido desacoplado em catenária livre - steel catenary riser (SCR) - Tubulação rígida que leva o petróleo ou gás do poço às plataformas de produção.
3 – Mais profundo steel lazy wave riser (SLWR), a 2.140m (a ser instalado no primeiro trimestre de 2015) - Outro tipo especial de tubulação por onde passa a produção de petróleo e gás dos poços até a plataforma, também instalada em águas mais profundas.
4 – Mais profundo riser flexível, a 2.140m - Tubulação que transfere o petróleo ou gás dos poços no fundo do mar para as plataformas de produção. Esta é a tubulação flexível em maior profundidade de água já instalada.
5 – Primeira aplicação de risers flexíveis com monitoramento integrado – Sistema que monitora em tempo real, pela primeira vez na indústria e através de fibras ópticas, a integridade da tubulação flexível que transfere óleo e gás do poço até a plataforma.
6 – Maior profundidade de água (2.103m) onde foi perfurado poço utilizando a técnica de pressurized mud cap drilling (PMCD) em sonda de posicionamento dinâmico - Poço em águas mais profundas já perfurado com a utilização desta técnica que é mandatória em cenários de perda severa de circulação durante sua construção.
7 – Primeiro uso intensivo de completação inteligente em águas ultraprofundas - Esta tecnologia permite a otimização do gerenciamento dos reservatórios, garantindo a seletividade de dois ou mais horizontes produtores atravessados pelo poço.
8 – Primeira separação de CO2 associado ao gás natural em águas ultraprofundas - 2.200 m - com injeção de CO2 em reservatórios de produção - Esta tecnologia permite separar o CO2 do petróleo e do gás natural, reinjetando-o nos reservatórios através de poços especiais, chamados poços de injeção, visando aumentar a produtividade dos poços.
9 – Mais profundo poço de injeção de gás com CO2 - 2.200m de lâmina d'água - Com esse poço a Petrobras bateu o recorde de profundidade de poço para injeção de CO2, visando evitar a emissão de CO2 e elevar a produção de petróleo e gás natural.
10 – Primeiro uso do método alternado de injeção de água e gás em águas ultraprofundas - 2.200m - A injeção de água e gás é utilizada para aumentar a produtividade dos reservatórios de petróleo e gás, mantendo-os pressurizados.
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domingo, 26 de abril de 2015
É fundamental que os brasileiros tenham noção dos seguintes pontos
É fundamental que os brasileiros tenham noção dos seguintes pontos segundo Guilherme Estrella, o "pai do pré-sal":-...
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sexta-feira, 3 de abril de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
"Nós não teremos a mínima capacidade de industrialização"
Roberto Amaral ressalta o papel estratégico da Petrobrás assim como sua importância ao País em termos de industrializaçã...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quarta, 25 de março de 2015
terça-feira, 3 de março de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
"Oscar" da indústria offshore, revitalização da indústria naval, maior produtora entre empresas de capital aberto, recorde de produção, setor responsável por 13% do PIB
17/06/2014 - Com investimentos da Petrobrás, petróleo avança para 13% do PIB brasileiro:...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Quinta, 26 de fevereiro de 2015
Recebemos o prêmio Offshore Technology Conference 2015
Petrobras - Fatos e Dados
Veja o anúncio que divulgamos nesta terça-feira (03/02):
Maior prêmio da indústria de petróleo e gás offshore mundial
Em maio de 2015, em Houston (EUA), a Petrobras receberá pela terceira vez o prêmio OTC Distinguished AchievementAward for Companies, Organizations, and Institutions em reconhecimento ao conjunto de tecnologias desenvolvidas para a produção da camada Pré-Sal. Esse prêmio é o maior reconhecimento que uma empresa de petróleo pode receber na qualidade de operadora offshore.
Em 1992, a Petrobras recebeu o prêmio por conquistas técnicas notáveis relacionadas ao desenvolvimento de sistemas de produção em águas profundas relativas ao campo de Marlim e, em 2001, por avanços nas tecnologias e na economicidade de projetos de águas profundas, no desenvolvimento do campo de Roncador.
Em carta comunicando a premiação à Petrobras, o Presidente da Offshore Technology Conference (OTC), Edward G. Stokes, destacou: “Este prêmio é um reconhecimento das conquistas notáveis, significativas e únicas alcançadas pela Petrobras, e das grandes contribuições para a nossa indústria (óleo e gás offshore). O comitê de seleção (da OTC) ficou extremamente impressionado com esta nomeação. As conquistas que a Petrobras fez na perfuração e produção desses reservatórios desafiadores são de classe mundial. A indústria aprendeu muito a partir das informações compartilhadas pela Petrobras sobre o Pré-Sal nos artigos e sessões apresentados na OTC. Nós todos nos beneficiamos do seu sucesso.”
Desde 1969, a OTC promove anualmente o maior evento de negócios do mundo na área de produção offshore de óleo e gás. É frequentado por praticamente todas as operadoras de óleo e gás offshore, além de seus fornecedores. Atualmente tem uma frequência de 100 mil congressistas de 130 países.
Nele é discutido o estado da arte da tecnologia offshore de exploração, perfuração, produção e proteção ao meio ambiente e também são exibidas as mais recentes inovações em produtos e serviços da atividade de exploração e produção.
Produção no Pré-Sal
O recente recorde de produção de óleo na camada Pré-Sal, de 713 mil barris diários de petróleo, obtido em 21/12/2014, demonstra a robustez das tecnologias aplicadas.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Aliança pelo Brasil em Defesa da Soberania Nacional
Mais um ato confirmado no Rio de Janeiro.
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 23 de fevereiro de 2015
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Feliz ano velho: Nação outra vez em defesa da Petrobrás
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 10 de fevereiro de 2015
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CPI Popular em Defesa da Petrobrás
No dia 22 de janeiro de 2015 ocorreu um debate nacional denominado CPI Popular em Defesa da Petrobrás(CPDP),o debate...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 10 de fevereiro de 2015
“Oscar do petróleo” evidencia parcialidade da mídia contra a Petrobrás
Após ser recentemente premiada pela Sociedade Mundial de Engenheiros de Petróleo (SPE), a Petrobrás foi anunciada, pela...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 9 de fevereiro de 2015
“Oscar do petróleo” evidencia parcialidade da mídia contra a Petrobrás
AEPET | Por Rogério Lessa Benemond
A Petrobrás acaba de ganhar, pela terceira vez, o prêmio máximo da indústria do petróleo, que é concedido pela OTC - Off Shore Tecnology Conference (Conferência de Tecnologia no Mar). No entanto, o vice-presidente da AEPET, Fernando Siqueira, destaca que a nossa “grande” mídia não deu uma linha sequer sobre esse feito memorável, que ratifica a Petrobrás no topo da tecnologia mundial. “Nenhum jornal ou noticiário falado mencionou o feito. Só se preocupam em denegrir a imagem da Companhia, que é vítima, e não algoz, de uma corrupção execrável”, observa.
Vale lembrar que dias antes a presidente Graça Foster recebeu, em nome dos engenheiros da Companhia, o prêmio Distinguished Award, da Sociedade Mundial de Engenheiros de Petróleo – SPE.
Exaltar os feitos reais da Companhia neste momento atrapalha a campanha insidiosa dessa “grande” mídia orquestrada para denegrir sua imagem e retirá-la da condição de operadora única do pré-sal. Esse fato dificulta a ocorrência dos dois maiores focos de corrupção do petróleo mundial: superdimensionamento dos custos de produção – ressarcidos em petróleo – e a medição fraudulenta da produção. A Petrobrás sendo operadora impede a ocorrência desses desvios.
Em face dos nomes que vinham sendo ventilados para a presidência da Petrobrás, o presidente escolhido acabou sendo o menos pior. Esperamos que saiba escolher sua equipe de forma a compensar sua falta de conhecimento do ramo.
A Petrobrás tem condições excelentes de superar esta conjuntura atual desfavorável, pois possui reservas já descobertas de 74 bilhões de barris (sendo 60 bilhões só no pré-sal), tem o maior portfólio a ser posto em produção e possui um corpo técnico que é um dos melhores do mundo, reconhecida pelas premiações acima citadas.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Quanto vale a Petrobras
Jornal do Brasil | Por Mauro Santayana
O adiamento do balanço da Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações.
A divulgação do balanço há poucos dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no preço das ações.
E, naturalmente, a novas reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor - subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto presente em bolsa - da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa - incluindo hienas de outros países - vide as últimas idiotices do Financial Times - que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.
O que importa mais na Petrobras?
O valor das ações, espremido também por uma campanha que vai muito além da intenção de sanear a empresa e combater eventuais casos de corrupção e que inclui de apelos, nas redes sociais, para que consumidores deixem de abastecer seus carros nos postos BR; à aberta torcida para que “ela quebre, para acabar com o governo”; ou para que seja privatizada, de preferência, com a entrega de seu controle para estrangeiros, para que se possa - como afirmou um internauta - pagar um real por litro de gasolina, como nos EUA " ?
Para quem investe em bolsa, o valor da Petrobras se mede em dólares, ou em reais, pela cotação do momento, e muitos especuladores estão fazendo fortunas, dentro e fora do Brasil, da noite para o dia, com a flutuação dos títulos derivada, também, da campanha antinacional em curso, refletida no clima de “terrorismo” e no desejo de "jogar gasolina na fogueira", que tomou conta dos espaços mais conservadores - para não dizer golpistas, fascistas, até mesmo por conivência - da internet.
Para os patriotas, e ainda os há, graças a Deus, o que importa mais, na Petrobras, é seu valor intrínseco, simbólico, permanente, e intangível, e o seu papel estratégico para o desenvolvimento e o fortalecimento do Brasil.
Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, em nossa geração, foram para as ruas e para a prisão, e apanharam de cassetete e bombas de gás, para exigir a criação de uma empresa nacional voltada para a exploração de uma das maiores riquezas econômicas e estratégicas da época, em um momento em que todos diziam que não havia petróleo no Brasil, e que, se houvesse, não teríamos, atrasados e subdesenvolvidos que “somos”, condições técnicas de explorá-lo ?
Quanto vale a formação, ao longo de décadas, de uma equipe de 86.000 funcionários, trabalhadores, técnicos e engenheiros, em um dos segmentos mais complexos da atuação humana?
Quanto vale a luta, o trabalho, a coragem, a determinação daqueles, que, não tendo achado petróleo em grande quantidade em terra, foram buscá-lo no mar, batendo sucessivos recordes de poços mais profundos do planeta; criaram soluções, "know-how", conhecimento; transformaram a Petrobras na primeira referência no campo da exploração de petróleo a centenas, milhares de metros de profundidade; a dezenas, centenas de quilômetros da costa; e na mais premiada empresa da história da OTC - Offshore Technology Conferences, o "Oscar" tecnológico da exploração de petróleo em alto mar, que se realiza a cada dois anos, na cidade de Houston, no Texas, nos Estados Unidos ?
Quanto vale a luta, a coragem, a determinação, daqueles que, ao longo da história da maior empresa brasileira - condição que ultrapassa em muito, seu eventual valor de "mercado" - enfrentaram todas as ameaças à sua desnacionalização, incluindo a ignominiosa tentativa de alterar seu nome, retirando-lhe a condição de brasileira, mudando-o para "Petrobrax", durante a tragédia privatista e “entreguista” dos anos 1990 ?
Quanto vale uma companhia presente em 17 países, que provou o seu valor, na descoberta e exploração de óleo e gás, dos campos do Oriente Médio ao Mar Cáspio, da costa africana às águas norte-americanas do Golfo do México ?
Quanto vale uma empresa que reuniu à sua volta, no Brasil, uma das maiores estruturas do mundo em Pesquisa e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, trazendo para cá os principais laboratórios, fora de seus países de origem, de algumas das mais avançadas empresas do planeta?
Por que enquanto virou moda - nas redes sociais e fora da internet - mostrar desprezo, ódio e descrédito pela Petrobras, as mais importantes empresas mundiais de tecnologia seguem acreditando nela, e querem desenvolver e desbravar, junto com a maior empresa brasileira, as novas fronteiras da tecnologia de exploração de óleo e gás em águas profundas?
Por que em novembro de 2014, há apenas pouco mais de três meses, portanto, a General Electric inaugurou, no Rio de Janeiro, com um investimento de 1 bilhão de reais, o seu Centro Global de Inovação, junto a outras empresas que já trouxeram seus principais laboratórios para perto da Petrobras, como a BG, a Schlumberger, a Halliburton, a FMC, a Siemens, a Baker Hughes, a Tenaris Confab, a EMC2 a V&M e a Statoil ?
Quanto vale o fato de a Petrobras ser a maior empresa da América Latina, e a de maior lucro em 2013 - mais de 10 bilhões de dólares - enquanto a PEMEX mexicana, por exemplo, teve um prejuízo de mais de 12 bilhões de dólares no mesmo período ?
Quanto vale o fato de a Petrobras ter ultrapassado, no terceiro trimestre de 2014, a EXXON norte-americana como a maior produtora de petróleo do mundo, entre as maiores companhias petrolíferas mundiais de capital aberto ?
É preciso tomar cuidado com a desconstrução artificial, rasteira, e odiosa, da Petrobras e com a especulação com suas potenciais perdas no âmbito da corrupção, especulação esta que não é apenas econômica, mas também política.
A PETROBRAS teve um faturamento de 305 bilhões de reais em 2013, investe mais de 100 bilhões de reais por ano, opera uma frota de 326 navios, tem 35.000 quilômetros de dutos, mais de 17 bilhões de barris em reservas, 15 refinarias e 134 plataformas de produção de gás e de petróleo.
É óbvio que uma empresa de energia com essa dimensão e complexidade, que, além dessas áreas, atua também com termoeletricidade, biodiesel, fertilizantes e etanol, só poderia lançar em balanço eventuais prejuízos com o desvio de recursos por corrupção, à medida que esses desvios ou prejuízos fossem “quantificados” sem sombra de dúvida, para depois ser - como diz o “mercado” - "precificados", um por um, e não por atacado, com números aleatórios, multiplicados até quase o infinito, como tem ocorrido até agora.
As cifras estratosféricas (de 10 a dezenas de bilhões de reais), que contrastam com o dinheiro efetivamente descoberto e desviado para o exterior até agora, e enchem a boca de "analistas", ao falar dos prejuízos, sem citar fatos ou documentos que as justifiquem, lembram o caso do "Mensalão".
Naquela época, adversários dos envolvidos cansaram-se de repetir, na imprensa e fora dela, ao longo de meses a fio, tratar-se a denúncia de Roberto Jefferson, depois de ter um apaniguado filmado roubando nos Correios, de o "maior escândalo da história da República", bordão esse que voltou a ser utilizado maciçamente, agora, no caso da Petrobras.
Em dezembro de 2014, um estudo feito pelo instituto Avante Brasil, que, com certeza não defende a “situação”, levantou os 31 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos.
Nesse estudo, o “mensalão” - o nacional, não o “mineiro” - acabou ficando em décimo-oitavo lugar no ranking, tendo envolvido menos da metade dos recursos do “trensalão” tucano de São Paulo e uma parcela duzentas menor que a cifra relacionada ao escândalo do Banestado, ocorrido durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso, que, em primeiríssimo lugar, envolveu, segundo o levantamento, em valores atualizados, aproximadamente 60 bilhões de reais.
E ninguém, absolutamente ninguém, que dizia ser o mensalão o maior dos escândalos da história do Brasil, tomou a iniciativa de tocar, sequer, no tema - apesar do “doleiro” do caso Petrobras, Alberto Youssef, ser o mesmo do caso Banestado - até agora.
Os problemas derivados da queda da cotação do preço internacional do petróleo não são de responsabilidade da Petrobras e afetam igualmente suas principais concorrentes.
Eles advém da decisão tomada pela Arábia Saudita de tentar quebrar a indústria de extração de óleo de xisto nos Estados Unidos, aumentando a oferta saudita e diminuindo a cotação do produto no mercado global.
Como o petróleo extraído pela Petrobras destina-se à produção de combustíveis para o próprio mercado brasileiro, que deve aumentar com a entrada em produção de novas refinarias, como a Abreu e Lima; ou para a “troca” por petróleo de outra graduação, com outros países, a empresa deverá ser menos prejudicada por esse processo.
A produção de petróleo da companhia está aumentando, e também as descobertas, que já somam várias depois da eclosão do escândalo.
E, mesmo que houvesse prejuízo - e não há - na extração de petróleo do pré-sal, que já passa de 500.000 barris por dia, ainda assim valeria a pena para o país, pelo efeito multiplicador das atividades da empresa, que garante, com a política de conteúdo nacional mínimo, milhares de empregos qualificados na construção naval, na indústria de equipamentos, na siderurgia, na metalurgia, na tecnologia.
A Petrobras foi, é e será, com todos os seus problemas, um instrumento de fundamental importância estratégica para o desenvolvimento nacional, e especialmente para os estados onde tem maior atuação, como é o caso do Rio de Janeiro.
Em vez de acabar com ela, como muitos gostariam, o que o Brasil precisaria é ter duas, três, quatro, cinco Petrobras.
É necessário punir os ladrões que a assaltaram ?
Ninguém duvida disso.
Mas é preciso lembrar, também, uma verdade cristalina.
A Petrobras não é apenas uma empresa.
Ela é uma Nação.
Um conceito.
Uma bandeira.
E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.
Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.
E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.
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