- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Dilma diz que política de conteúdo local não será revista em seu governo


"A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, 14, durante cerimônia de inauguração de dois navios petroleiros...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 15 de maio de 2015




Dilma diz que política de conteúdo local não será revista em seu governo

Estadão


Presidente foi enfática ao dizer que, no seu governo, as políticas de conteúdo local e regime de partilha nos campos de petróleo serão mantidas

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, 14, durante cerimônia de inauguração de dois navios petroleiros em Pernambuco, que a política de exigência de conteúdo local não deve ser revista no seu governo. “A política de conteúdo local não é algo que pode ser afastado, a política de conteúdo local é o centro da política de recuperação da capacidade de investimento deste País”, afirmou. “A política de conteúdo local veio pra ficar, é uma opção que fizemos ainda no governo Lula”, acrescentou.

Dilma foi enfática ao dizer que, no seu governo, as políticas de conteúdo local e regime de partilha nos campos de petróleo serão mantidas. “Queremos produzir no Brasil aquilo que pode ser produzido no Brasil”. Ela reconheceu que houve problemas quando a indústria naval foi retomada, mas disse que isso é normal no início da curva de aprendizado. “Que país não teve problemas quando resolveu empreender, ser pioneiro numa indústria?”, argumentou.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse recentemente que o governo estuda mudanças na política de conteúdo local para o setor de petróleo – que exige que boa parte dos equipamentos usados nos blocos de exploração sejam construídos no País. Segundo ele, o ministério trabalha para apresentar em 30 a 60 dias uma proposta para o governo, em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

“Ambos os modelos fazem sentido, um quando não se sabe onde tem petróleo e outro quando se sabe que ali tem petróleo”, disse Dilma ao comentar sobre os modelos de concessão e de partilha. “Os dois modelos que vigem no Brasil serão mantidos. O modelo de concessões para a exploração e prospecção em áreas de alto risco, onde quem achar fica com o petróleo. E o modelo de partilha, na poligonal do petróleo, onde se sabe que tem muito petróleo, e de alta qualidade. Nesse caso, a sociedade brasileira tem de ter o direito à chamada parte do Leão”, afirmou Dilma.

A presidente participou da cerimônia no estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca (PE), para o lançamento do navio encomendado pela Petrobras André Rebouças, e do batismo do navio Marcílio Dias, ainda em fase de construção. Na plateia, estão centenas de funcionários, que relataram à Agência Estado, sem se identificarem, o clima de insegurança dentro do estaleiro.


Petrobras

A presidente também voltou a defender a Petrobras, afirmando que mesmo em meio ao escândalo de corrupção na estatal, a empresa ganhou o “Oscar tecnológico” na OTC. “Que ironia, no momento em que a gente enfrenta os malfeitos, as tentativas de uso indevido da empresa, os processos de corrupção, essa mesma empresa é forte o suficiente para ganhar o ‘Oscar tecnológico’ na OTC”, comentou. Ela afirmou que a companhia foi premiada por ter capacidade de extrair petróleo em grandes profundidades, a um preço competitivo.

Segundo Dilma, se a demanda por navios e plataformas não for atendida por trabalhadores brasileiros, por empresas instaladas aqui – “aceitamos também investidores de fora, que venham gerar emprego aqui” -, o Brasil corre o risco de viver a chamada maldição do petróleo, ou doença holandesa. “Temos de ter uma cadeia de petróleo e gás fornecendo produtos, com trabalhadores brasileiros”.

A presidente afirmou ainda ter a convicção que a Petrobras e a capacidade de exploração e produção de petróleo e gás vão transformar o Brasil em um grande exportador, mas mesmo antes disso a demanda por navios, plataformas e sondas vai continuar existindo. Para isso, explicou ela, além de demanda da Petrobras, existe o financiamento do Fundo da Marinha Mercante e o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).




sábado, 7 de março de 2015

Só mais um pouquinho e o petróleo é de vocês...





segunda-feira, 2 de março de 2015

Setor naval pode paralisar sem novos contratos


A Petrobras é responsável por 70% a 80% das encomendas ao setor naval. Lembram os 80 mil empregos diretos (em contraste...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 2 de março de 2015




Setor naval pode paralisar sem novos contratos

Estadão


Incertezas em relação ao plano de investimentos da Petrobrás levaram bancos a restringir crédito; governo garante ter recursos

As dificuldades enfrentadas pelos cinco estaleiros que prestam serviços para a Sete Brasil, que concentram contratos de US$ 25 bilhões para construção de 28 sondas, chamam a atenção em função da inadimplência da empresa. Mas a crise não está restrita a esse grupo. Ela é geral entre os 50 estaleiros instalados pelo Brasil e as empresas envolvidas na cadeia de produção da indústria naval.

As empresas enfrentam um momento grande de incerteza, depois que a Petrobrás, responsável por 70% a 80% das encomendas, começou a cortar investimentos. E estão com dificuldade para obter recursos. Os bancos apertaram a liberação de crédito, principalmente para aquelas que têm como sócios construtoras envolvidas na Operação Lava Jato.

Para tentar compensar a falta de crédito, o governo acenou com a liberação de mais recursos. Neste ano, informou o Ministério dos Transportes ao Estado, o orçamento prevê um volume recorde de recursos para o Fundo Marinha Mercante, principal fonte de financiamento para o setor. A previsão é de chegar a R$ 6,3 bilhões, bem acima dos R$ 4 bilhões de 2014 e dos R$ 5 bilhões de 2013.

O problema é mais grave no Rio de Janeiro, que é responsável por mais da metade da produção naval nacional. O Rio abriga hoje 22 estaleiros e mais de 260 empresas na cadeia produtiva da Petrobrás.

Segundo o presidente da Federação da Indústria do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, os contratos de muitas empresas entraram neste ano em fase final e, sem novas encomendas, o setor tende a parar. Ele quer ajuda do governo federal e defende até uma intervenção, se for o caso, nas companhias que são suspeitas de corrupção, para que os negócios sejam mantidos.

Um dos principais estaleiros do Rio é o BrasFels, controlado pelo grupo Keppel, de Cingapura, que tem contratos para produzir seis sondas para a Sete Brasil e, desde dezembro, está sem receber o que lhe é devido por contrato. Na semana passada, com a notícia de que o empréstimo de US$ 3,2 bilhões que o BNDES daria à Sete Brasil foi suspenso, a repercussão foi imediata. O banco OCBC, de Cingapura, soltou um relatório informando que a Keppel poderia ter “encomendas canceladas”.

A dúvida em relação à demanda da Petrobrás é o que mais preocupa a indústria. O diretor do comitê de óleo e gás da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, Marcus Coester, diz que apenas a especulação de que a Queiroz Galvão poderia deixar de produzir as plataformas P75 e P77 por divergências com a Petrobrás sobre o contrato, levou os trabalhadores às ruas da cidade de Rio Grande, que abriga três estaleiros, para protestar.

Os atrasos na execução dos contratos preocupam. Na sexta-feira, a empresa noruega Seadrill, perfuradora de poços, anunciou que retirou de sua carteira de projetos dois contratos no valor total de US$ 1,1 bilhão com a Petrobrás, por acreditar que os termos dos acordos não serão cumpridos pela estatal. Suas ações na Bolsa de Oslo caíram 9,63% após o anúncio. 




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Com investimentos da Petrobrás, petróleo avança para 13% do PIB brasileiro

Estadão


Até 2020, a companhia irá contratar 28 sondas de perfuração, 32 plataformas de produção, 154 navios de apoio de grande porte e 81 navios-tanque, todos construídos no Brasil

A Petrobras informou que a participação do setor de petróleo e gás natural no Produto Interno Bruto (PIB) pulou de 3% em 2000 para 13% na atualidade, principalmente, por causa dos investimentos realizados pela própria petroleira. A afirmação fez parte da palestra do diretor de Gás e Energia da estatal, José Alcides Santoro, em evento do setor que ocorre de 15 a 19 de junho, na Rússia.

O diretor da Petrobras atribuiu o crescimento no PIB à política de conteúdo local, que exige a aquisição de um porcentual mínimo de bens e serviços no mercado interno. Até 2020, a companhia irá contratar 28 sondas de perfuração, 32 plataformas de produção, 154 navios de apoio de grande porte e 81 navios-tanque, todos construídos no Brasil. O plano de investimento da Petrobras é de US$ 220,6 bilhões de 2014 a 2018.

Em comunicado à imprensa, a estatal informou ainda que vários índices de desenvolvimento melhoraram no país na última década e que a indústria de petróleo e gás teve um papel positivo nisso. "O índice de desenvolvimento humano, por exemplo, subiu de 0,67 em 2000 para 0,73 em 2012. O número de empregos no setor também certamente teve impacto positivo na queda da taxa de desemprego no Brasil de 9,9% em 2002 para 6,7% em 2012", segundo Santoro.