- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015
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sábado, 9 de maio de 2015

Sete mil trezentos e cinco dias de resistência: A greve dos petroleiros de 1995






Sete mil trezentos e cinco dias de resistência: A greve dos petroleiros de 1995

Brasil Debate | Por Beatriz Gomes e Juliane Furno


O ano de 2015 marca exatamente duas décadas de um dos principais momentos de luta e resistência do movimento sindical brasileiro. Especificamente no dia 3 de maio de 1995 é deflagrada uma greve geral, organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), que contou com a participação de importantes categorias do movimento operário brasileiro.

Os petroleiros vinham de um intenso processo de greves, paralisações e debates a respeito da proposta de reajuste sistematizada pela Federação Unificada dos Petroleiros (FUP). Além da justeza da pauta econômica de reivindicações, dois outros importantes elementos alimentaram o sentimento de revolta por parte dos petroleiros.

O primeiro foi o sentimento de traição, em função de Fernando Henrique Cardoso – recém-eleito presidente da República – ter se negado a cumprir o acordo firmado entre o ex-presidente Itamar Franco e a FUP. E o segundo elemento, que aguçou a luta dos petroleiros, foi compreender que a política econômica de desenvolvimento nacional proposta por FHC, em conformidade com a perspectiva neoliberal, ia à contramão das conquistas dos trabalhadores e do povo brasileiro na década de 1980.

Essa foi uma greve paradigmática, uma vez que o ideário neoliberal tem como estratégia formar um senso comum antiestatismo. Dessa forma, utilizam os sindicatos, no caso, os petroleiros, como artifício de controle do descontentamento da sociedade frente às políticas salariais e diminuição dos gastos sociais: tenta-se convencer a opinião pública de que os trabalhadores sindicalizados são exageradamente protegidos.

Os 32 dias dessa greve que abalou o final do século 20 foram uma verdadeira queda de braço entre a impossibilidade do neoliberalismo de atender às reivindicações sindicais e a impossibilidade de os petroleiros aceitarem o descumprimento de um acordo firmado anteriormente e ceder à ofensiva neoliberal.

Famosa foi a frase proferida por Fernando Henrique Cardoso, que disse que “quebraria a espinha dorsal do movimento sindical”. Essa sinalização do ex-presidente reflete a construção política de um projeto neoliberal de desenvolvimento, que tinha como objetivo central desconstruir as organizações das classes trabalhadoras, consolidadas e em ascensão desde o fim da ditadura militar.

Para isso, a mídia e a justiça mostraram que estão a serviço da ordem, do conservadorismo e da desmoralização e criminalização dos movimentos sociais. No dia 10 de maio, ao final do Jornal Nacional da Rede Globo, é anunciada uma lista de 25 demitidos do sistema Petrobrás, entre eles Antonio Carlos Spis, coordenador nacional da FUP.

O governo se manteve firme e intransigente na tentativa de negociação. A única ação do governo com relação à greve parece ter sido dar ordem para o exército ocupar as refinarias. Isso em um contexto de renascença da democracia brasileira, ou seja, uma afronta à transição democrática e à negociação política.

Findadas as tentativas de negociação e desgastados pelo cerco midiático e judicial, os petroleiros definiram pelo fim da greve, porém pela permanência da situação de mobilização e alerta. Embora os ganhos econômicos e as pautas reivindicativas não tenham sido conquistados, a “grande greve de 1995” teve significativos ganhos políticos e sociais.

Em 32 dias, os petroleiros deram uma verdadeira aula de solidariedade de classe, de resistência, de organização social e principalmente de esperança com o aprendizado de que é só com o povo organizado que se conquista vitórias.

Após 20 anos, as lições e desafios permanecem vivos para os brasileiros. A Operação Lava Jato ilustra como a mídia e seus ataques continuam e a necessidade de ainda lutar pelo caráter estatal da Petrobrás. A Câmara dos Deputados aprovou a PL 4330, que significa um grande retrocesso na luta dos trabalhadores. Maio de 2015 e ainda se faz necessário lutar – com o espírito dos petroleiros de 1995 – para não cairmos nas armadilhas conservadoras e, pior, retrocedermos anos de resistência.

No Brasil, tendo a greve dos petroleiros de 1995 como primeiro grande embate dos trabalhadores à ofensiva neoliberal, são sete mil trezentos e cinco dias de resistência. Seguimos firmes!

Beatriz Gomes é graduada em Ciências Econômicas pela UEM e mestranda em Desenvolvimento Econômico na Unicamp.
Juliane Furno é graduada em ciências sociais pela UFRGS, mestranda em desenvolvimento econômico na Unicamp e militante do plebiscito constituinte do comitê Unicamp.




quarta-feira, 8 de abril de 2015

Contra PL 4330, Brasil vai cruzar os braços no dia 15


Pra quem tiver dúvidas do porquê do posicionamento da página, seguem mais esclarecimentos:http://on.fb.me/1OakiyRhttp://on.fb.me/1NaQqoZ
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quarta-feira, 4 de março de 2015

Movimentos vão às ruas no dia 13 em defesa da Petrobrás


O MAB também sempre presente nas lutas por soberania! Cabe lembrar que todos os movimentos, coletivos, partidos e indiví...
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Movimentos vão às ruas no dia 13 em defesa da Petrobrás

MAB | Por Vanessa Ramos


No próximo dia 13, movimentos sociais e sindicais ocupam a Avenida Paulista, em São Paulo, em defesa da Petrobrás, dos direitos trabalhistas e do Plebiscito Popular por uma Constituinte do Sistema Político. Atos também estão sendo organizados em outras capitais brasileiras. 

Uma grande mobilização nacional está agendada para o dia 13 de março em São Paulo. Movimentos sindical e social, do campo e da cidade, irão se concentrar às 15h, em frente ao prédio da Petrobras, na Avenida Paulista, 901. De lá sairão em marcha pelas ruas da capital.

Participam da atividade a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação da Agricultura Familiar do Estado de São Paulo (FAF-CUT/SP), Movimentos dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Consulta Popular, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Central de Movimentos Populares (CMP), Levante Popular da Juventude, Campanha do Plebiscito Constituinte, entre outras organizações.


Direitos não se perdem

O fim das Medidas Provisórias (MP´s) 664 e 665, que alteram direitos da classe trabalhadora, é uma das questões centrais. Os movimentos do Brasil estão em alerta desde que foram editadas pelo governo federal, em 30 de dezembro de 2014. Entre outros assuntos, elas apresentam novas regras para pensões por morte e acesso a benefícios previdenciários como o seguro desemprego, o auxílio-doença e o abono salarial. No lugar dessas medidas, o que se propõe é a taxação de grandes fortunas.

Para o presidente da CUT São Paulo, Adi dos Santos Lima, a democracia plena está ameaçada. “Queremos um país em que os direitos não sofram retrocessos e que sejam para todos e todas. Nem a grande mídia irá nos intimidar. Vamos unir muita gente nas ruas e contaremos também com a presença do ex-presidente Lula”, garante.


Soberania se conquista

Uma das bandeiras é também a defesa da Petrobras, empresa que corresponde a 13% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, afirma que a defesa da soberania nacional e do emprego dos petroleiros é urgente. Da mesma forma, o controle das reservas.

Segundo ele, a empresa reúne mais de 86 mil trabalhadores diretos e milhares de indiretos que fazem a estatal ser reconhecida mundialmente por sua excelência. “A Petrobras investe, por dia, R$300 milhões na economia brasileira e sabemos que o Petróleo por muitos anos ainda será a matriz energética do mundo. Nesse contexto, quem tem petróleo tem poder”.


Já é a hora de mudar

A terceira bandeira é pelo Plebiscito sobre a Constituinte Exclusiva e Soberana para reforma do sistema político. A representante da Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito Popular, Paola Estrada, explica que existe uma manobra no Congresso para que se aprove a reforma política pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 352/2013, considerada pelos movimentos como a “PEC da Corrupção” porque defende temas polêmicos, como o financiamento privado de campanha eleitoral.

“Setores conservadores e parlamentares, como Eduardo Cunha, querem constitucionalizar a corrupção, com a lógica de que pessoas jurídicas [empresas] votam neste país e tomam decisões acima de nós eleitores. Ou seja, querem constitucionalizar o poder econômico nas eleições brasileiras”, orienta.

A proposta que dialoga com a classe trabalhadora é a da Constituinte pela Reforma do Sistema Político. A consulta popular está prevista no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1508/14, da deputada Luiza Erundina (PSB-SP).

O Plebiscito Constituinte pretende combater a corrupção, além de permitir, por exemplo, que haja financiamento público de campanha eleitoral e, ainda, uma maior representação democrática de mulheres, negros, indígenas e minorias no Congresso.


Ato Nacional em defesa da Petrobras, pelo Plebiscito Constituinte da Reforma Política e contra a retirada de direitos
Dia: 13 de março
Horário: 15h
Local: Avenida Paulista nº 901 – prédio da Petrobras.




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Nem corrupção, nem entreguismo!


Transmitido ao vivo pela internet (mais de 10 mil computadores acessaram o link), o ato na ABI no último dia 24 marcou...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 27 de fevereiro de 2015




Nem corrupção, nem entreguismo!

FUP


Transmitido ao vivo pela internet (mais de 10 mil computadores acessaram o link), o  ato na ABI no último dia 24 marcou o lançamento do manifesto "Defender a Petrobrás é defender o Brasil", que foi lido pelo petroleiro Deyvid Bacelar, representante eleito pelos trabalhadores para o Conselho de Administração da empresa. O ato foi o primeiro de muitos outros que serão realizados nas próximas semanas como parte de uma ampla campanha nacional em defesa  da Petrobrás. "No dia 13 de março, a CUT estará nas ruas, defendendo a Petrobrás e a agenda da classe trabalhadora", anunciou o presidente da CUT, Vagner Freitas, se referindo a uma grande manifestação que acontecerá em São Paulo, no vão livre do Masp, a partir das 15h.

Ele ressaltou que a luta em curso é de "enfrentamento de classe". "Não pensem que essa campanha sórdida que fazem para vender a Petrobrás a preço de banana pro capital internacional é um ato isolado", alertou o sindicalista, ressaltando que "a bandeira contra a corrupção é dos movimentos sociais e não desta direita entreguista que quis mudar o nome da Petrobrás para Petrobrax". "Se querem combater a corrupção, vamos fazer a reforma política e acabar com o financiamento empresarial de campanha já", frisou Vagner.

O escritor Eric Nepomuceno destacou que a Petrobrás é muito maior do que todos os ataques que tem sofrido. "É dever de que cada um de nós saia daqui com a noção clara do que está em risco. Precisamos estar atentos", alertou. O físico Luiz Pinguelli Rosa foi enfático: "A imprensa já passou o recibo de que está numa campanha contra a Petrobrás. Punam-se os culpados, mas deixem a Petrobrás em paz".

João Pedro Stédile destacou que "o que está em jogo não é a corrupção, é o pré-sal", lembrando que o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) já apresentou um projeto no Congresso para acabar com a lei de partilha. "Só temos uma forma de ganhar essa luta e é nas ruas", declarou o líder do MST, mandando um recado aos petroleiros: "Nós marcharemos com vocês para o que der e vier".

O coordenador da FUP, José Maria Rangel, conclamou os trabalhadores da Petrobrás a voltarem a ter orgulho de serem petroleiros. "Nós não temos que ter vergonha de trabalhar em uma empresa que investe em nosso país mais de R$ 300 milhões por dia, gera milhares de empregos e representa 13% do PIB nacional", ressaltou, lembrando ainda que "nenhuma empresa de petróleo investe tanto em pesquisa e em tecnologia, quanto a Petrobrás". "Foi isso que tornou capaz a descoberta e a exploração do pré-sal", reiterou Zé Maria.

Ele alertou para o risco de retrocesso nestas conquistas. "O que querem fazer no nosso país é voltar a Petrobrás de 2002 e isso nós não vamos aceitar porque a Petrobrás é de cada cidadão e cidadã brasileiros. E a nossa Petrobrás não é a do Paulo Roberto Costa, não é a Petrobrás do Barusco, não é a Petrobrás destes predadores internos e externos" ressaltou, chamando todos para se somarem à campanha em defesa da estatal. "Nós construímos essa empresa nas ruas, nós mudamos o rumo dela nas ruas e é nas ruas que defenderemos a Petrobrás, custe o que custar".




segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Ato em defesa da Petrobras tem transmissão ao vivo e reunirá CUT, FUP, movimentos sociais e todos que defendem o Brasil


"Já estão confirmadas as presenças dos escritores Eric Nepumoceno e Fernando Moraes, da jornalista Hildegard Angel, do...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 23 de fevereiro de 2015




Moraes, da FUP: A Petrobrás como operadora garante desenvolvimento, segurança ambiental e energética

CUT


Manifestação acontece hoje (24) com Lula, intelectuais e artistas, a partir das 18h, no Rio de Janeiro; assine aqui o manifesto em defesa da Companhia

Defender a Petrobras é defender o Brasil”, esse é o slogan do ato em defesa da petrolífera, que será realizado no próximo dia 24 de fevereiro, na sede da ABI, Rua Araujo Porto Alegre, 71 – Centro, Rio de Janeiro.

O ato, que está sendo organizado pela CUT e pela FUP (Federação Única dos Petroleiros da CUT), vai reunir sindicalistas, representantes do movimento sindical, advogados, jornalistas, intelectuais e todos que defendem um projeto de Nação com justiça e inclusão social, emprego de qualidade e distribuição de renda.

Já estão confirmadas as presenças dos escritores Eric Nepumoceno e Fernando Moraes, da jornalista Hildegard Angel, do cineasta Luiz Carlos Barreto, da filósofa Marilena Chauí, do economista Luiz Gonzaga Belluzzo, além do presidente da CUT, Vagner Freitas, do Coordenador Geral da FUP, José Maria Rangel, dezenas de sindicalistas e de representantes do movimento social, entre outros.

A campanha em defesa da Petrobras, que já começou nas redes sociais com a coleta de assinaturas para o manifesto em defesa da Companhia (ASSINE AQUI), seguirá com o ato do dia 24 e uma grande manifestação no dia 13 de março na Avenida Paulista, em São Paulo.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, é fundamental que a população entenda que o massacre que a Petrobras vem sofrendo nos últimos meses, em especial por parte da grande mídia, tem objetivos econômicos e se eles - os donos dos meios de comunicação - saírem vitoriosos, o nosso projeto de desenvolvimento econômico com justiça social, distribuição de renda e emprego decente corre sérios riscos.

Ele lembra que a CUT tem por princípio combater, denunciar, investigar e punir exemplarmente todas as denúncias de corrupção. Tanto os corruptos quanto os corruptores devem pagar pelos seus crimes. O combate à corrupção, saliente Vagner, não pode ser usado por oportunistas que querem desmoralizar a Petrobras, com ataques especulativos que visam desconstruir a estatal, derrubar seu valor no mercado.

“Oportunistas de plantão querem usar a conduta criminosa de alguns funcionários de alto escalão para preparar a empresa para a privatização. A Petrobras representa mais de 13% do PIB brasileiro e vamos defender este patrimônio contra qualquer tipo de interesse privatista ou do capital internacional”, garante Vagner.

O de valor de mercado da Petrobras, que era de 15 bilhões de dólares em 2002, é hoje de 110 bilhões de dólares, apesar dos ataques especulativos. A Petrobras é a maior empresa da América Latina.

Para o dirigente, além de prejudicar os negócios, a credibilidade e a cotação da Petrobras na Bolsa de Valores, essas informações divulgadas de maneira distorcida e manipulada, sem comprovação, objetivam atingir o PT, mas acabam atingindo também a honra de todos os trabalhadores do sistema Petrobras.

“Defender a Petrobras é defender o Brasil, os brasileiros e a honra e a dignidade da categoria petroleira”, conclui o presidente da CUT.




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Defender a Petrobrás é defender o Brasil

E pra quem estiver em Brasília, na quarta-feira (25/2):

Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 20 de fevereiro de 2015




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Defender a Petrobrás é defender o Brasil