- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Verba da Petrobras é alento em Rio Grande


"A angústia que ronda o polo naval do sul do Estado, após a Engevix ameaçar demitir 7 MIL TRABALHADORES caso não receba...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 11 de maio de 2015




Verba da Petrobras é alento em Rio Grande

Zero Hora


Estatal repassará recursos para que sejam pagos valores devidos a empresas terceirizadas

A angústia que ronda o polo naval do sul do Estado, após a Engevix ameaçar demitir 7 mil trabalhadores caso não receba parcela de R$ 63 milhões de financiamento do Fundo da Marinha Mercante, retido desde o final do ano passado pela Caixa, foi amenizada na sexta-feira. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Grande, a Petrobras informou à entidade que, na segunda-feira, repassará recursos para que sejam pagos, no dia seguinte, valores atrasados pela empreiteira a empresas terceirizadas e seus cerca de 2,5 mil funcionários.

Envolvida na Lava-Jato, a Engevix é dona de 70% da Ecovix, que opera os estaleiros Rio Grande 1 e 2, onde são feitos cascos de plataformas para a Petrobras e navios-sonda. Com dinheiro escasso para honrar compromissos, a empresa pressiona para que o financiamento seja liberado. Em meio à profusão de informações desencontradas, também surge a possibilidade de a Petrobras adotar uma fórmula já usada com os trabalhadores da Iesa, em Charqueadas. Por meio de uma conta vinculada, a estatal assumiria a partir do próximo mês os pagamentos, sem que o dinheiro passe pela Ecovix, diz Sadi Machado, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Grande.

A Caixa alega que os repasses estão retidos porque algumas exigências contratuais para a liberação do recurso não teriam sido cumpridas. Procurada, a Engevix informou que as negociações com o banco prosseguem, após uma reunião sem definições na quinta-feira. Devido à falta de pagamento, algumas empresas também deixaram de prestar serviços para a Ecovix na última semana.

Prefeito buscará apoio em Brasília

Na mobilização por tentar uma saída para o impasse, o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT), vai a Brasília na terça-feira para uma audiência com o ministro Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência da República, e ainda tenta marcar um encontro com a presidente da Caixa, Miriam Belchior. Lindenmeyer diz que os recursos deveriam ser liberados porque os serviços vinculados à verba já foram realizados.

– Sem esse fluxo financeiro, eles não pagam fornecedores, prestadores de serviços, e se cria um efeito cascata – lembra o prefeito da cidade.

Financeiramente debilitada após a eclosão da Operação Lava-Jato, a Engevix tenta evitar a recuperação judicial. Atrás de dinheiro, já vendeu a participação que tinha nos aeroportos de Brasília e São Gonçalo do Amarante (RN) e a Desenvix, seu braço de energia. A própria Ecovix também está à venda.




domingo, 10 de maio de 2015

O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato - Parte 2


Alerta importante. Quem não pôde ver as duas partes, veja a segunda.As nossas indústrias naval e pesada correm sérios...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 10 de maio de 2015

O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato


Muito importante. Quem puder assista!
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 10 de maio de 2015




O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato

Jornal GGN | Por Ronaldo Bicalho


Neste episódio do programa InfoPetro, Carlos Frederico Rocha, Professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, fala sobre os grandes desafios da política industrial associada ao Pré-sal e analisa os impactos da operação Lava-Jato sobre este esforço de qualificação tecnológica e industrial ensaiado pelo país.

Parte 1


Parte 2





sábado, 9 de maio de 2015

Recursos naturais x imigrantes


Mauro Santayana: A disputa do Pré-sal


"Ora, se a Petrobras, que acaba de ganhar (pela terceira vez) o maior prêmio da indústria internacional de exploração de...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sábado, 9 de maio de 2015




A disputa do Pré-sal

Portal Vermelho | Por Mauro Santayana


Os jornais voltam a anunciar que se discute, dentro e fora do governo, o fim da atuação da Petrobras como operadora exclusiva do pré-sal, com fatia mínima de 30%

Alegam, entre outras coisas, seus adversários que seria inviável para a Petrobras continuar a explorar o petróleo do pré-sal com a baixa cotação atual do barril no mercado global, quando a produção oriunda dessa área cresceu 70% em março e se aproxima de 500 mil barris por dia.

Ora, se a Petrobras, que acaba de ganhar (pela terceira vez) o maior prêmio da indústria internacional de exploração de petróleo em águas marinhas, o OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, nos EUA, justamente pelo desenvolvimento de tecnologia própria para a extração do óleo do pré-sal em condições extremas de profundidade e pressão, estaria tendo prejuízo na exploração desse óleo, porque as empresas estrangeiras, a quem se quer entregar o negócio, conseguiriam ter lucro como operadoras, se não dispõem da mesma tecnologia?

Se a Petrobras explora petróleo até nos Estados Unidos, em campos como Cascade, Chinook e Hadrian South, onde acaba de descobrir reservas de 700 milhões de barris, em águas territoriais norte-americanas do Golfo do México, porque tem competência para fazer isso, qual é a lógica de abandonar a operação do pré-sal em seu próprio país, onde pode gerar mais empregos e renda com a contratação de serviços e produtos locais, e o petróleo é de melhor qualidade?

A falta de sustentação dessa tese não consegue ocultar seus principais objetivos. Se quer aproveitar uma “crise” da qual a empresa sairá em poucos meses (as ações com direito a voto já se valorizaram 60% desde janeiro; o balanço foi apresentado com enormes provisões para perdas por desvios de R$ 6 bilhões, que delatores “premiados”, cuja palavra foi considerada sagrada em outros casos, já negaram que tenham ocorrido; a produção e as vendas estão em franco crescimento) para fazer com que o país recue no regime de partilha de produção, de conteúdo nacional mínimo, e na presença de uma empresa nacional na operação de todos os poços, para promover a entrega da maior reserva de petróleo descoberta neste século para empresas ocidentais, como a Exxon, por exemplo, que acaba de perder, justamente para a Petrobras, o título de maior produtora de petróleo do mundo de capital aberto.

Como ocorreu na década de 1990, se cria um clima de terror para promover a entrega de uma das últimas empresas sob controle nacional ao estrangeiro.

Enquanto isso não for possível, procura-se diminuir sua dimensão e importância, impedindo sua operação na exploração de reservas que são suas, por direito, situadas em uma área que ela descobriu, sozinha, graças ao desenvolvimento de tecnologia própria e inédita e à capacidade de realização da nossa gente.

Mauro Santayana é jornalista autodidata brasileiro, colunista político do Jornal do Brasil e blogueiro.

Sete mil trezentos e cinco dias de resistência: A greve dos petroleiros de 1995






Sete mil trezentos e cinco dias de resistência: A greve dos petroleiros de 1995

Brasil Debate | Por Beatriz Gomes e Juliane Furno


O ano de 2015 marca exatamente duas décadas de um dos principais momentos de luta e resistência do movimento sindical brasileiro. Especificamente no dia 3 de maio de 1995 é deflagrada uma greve geral, organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), que contou com a participação de importantes categorias do movimento operário brasileiro.

Os petroleiros vinham de um intenso processo de greves, paralisações e debates a respeito da proposta de reajuste sistematizada pela Federação Unificada dos Petroleiros (FUP). Além da justeza da pauta econômica de reivindicações, dois outros importantes elementos alimentaram o sentimento de revolta por parte dos petroleiros.

O primeiro foi o sentimento de traição, em função de Fernando Henrique Cardoso – recém-eleito presidente da República – ter se negado a cumprir o acordo firmado entre o ex-presidente Itamar Franco e a FUP. E o segundo elemento, que aguçou a luta dos petroleiros, foi compreender que a política econômica de desenvolvimento nacional proposta por FHC, em conformidade com a perspectiva neoliberal, ia à contramão das conquistas dos trabalhadores e do povo brasileiro na década de 1980.

Essa foi uma greve paradigmática, uma vez que o ideário neoliberal tem como estratégia formar um senso comum antiestatismo. Dessa forma, utilizam os sindicatos, no caso, os petroleiros, como artifício de controle do descontentamento da sociedade frente às políticas salariais e diminuição dos gastos sociais: tenta-se convencer a opinião pública de que os trabalhadores sindicalizados são exageradamente protegidos.

Os 32 dias dessa greve que abalou o final do século 20 foram uma verdadeira queda de braço entre a impossibilidade do neoliberalismo de atender às reivindicações sindicais e a impossibilidade de os petroleiros aceitarem o descumprimento de um acordo firmado anteriormente e ceder à ofensiva neoliberal.

Famosa foi a frase proferida por Fernando Henrique Cardoso, que disse que “quebraria a espinha dorsal do movimento sindical”. Essa sinalização do ex-presidente reflete a construção política de um projeto neoliberal de desenvolvimento, que tinha como objetivo central desconstruir as organizações das classes trabalhadoras, consolidadas e em ascensão desde o fim da ditadura militar.

Para isso, a mídia e a justiça mostraram que estão a serviço da ordem, do conservadorismo e da desmoralização e criminalização dos movimentos sociais. No dia 10 de maio, ao final do Jornal Nacional da Rede Globo, é anunciada uma lista de 25 demitidos do sistema Petrobrás, entre eles Antonio Carlos Spis, coordenador nacional da FUP.

O governo se manteve firme e intransigente na tentativa de negociação. A única ação do governo com relação à greve parece ter sido dar ordem para o exército ocupar as refinarias. Isso em um contexto de renascença da democracia brasileira, ou seja, uma afronta à transição democrática e à negociação política.

Findadas as tentativas de negociação e desgastados pelo cerco midiático e judicial, os petroleiros definiram pelo fim da greve, porém pela permanência da situação de mobilização e alerta. Embora os ganhos econômicos e as pautas reivindicativas não tenham sido conquistados, a “grande greve de 1995” teve significativos ganhos políticos e sociais.

Em 32 dias, os petroleiros deram uma verdadeira aula de solidariedade de classe, de resistência, de organização social e principalmente de esperança com o aprendizado de que é só com o povo organizado que se conquista vitórias.

Após 20 anos, as lições e desafios permanecem vivos para os brasileiros. A Operação Lava Jato ilustra como a mídia e seus ataques continuam e a necessidade de ainda lutar pelo caráter estatal da Petrobrás. A Câmara dos Deputados aprovou a PL 4330, que significa um grande retrocesso na luta dos trabalhadores. Maio de 2015 e ainda se faz necessário lutar – com o espírito dos petroleiros de 1995 – para não cairmos nas armadilhas conservadoras e, pior, retrocedermos anos de resistência.

No Brasil, tendo a greve dos petroleiros de 1995 como primeiro grande embate dos trabalhadores à ofensiva neoliberal, são sete mil trezentos e cinco dias de resistência. Seguimos firmes!

Beatriz Gomes é graduada em Ciências Econômicas pela UEM e mestranda em Desenvolvimento Econômico na Unicamp.
Juliane Furno é graduada em ciências sociais pela UFRGS, mestranda em desenvolvimento econômico na Unicamp e militante do plebiscito constituinte do comitê Unicamp.




sexta-feira, 8 de maio de 2015

Esclarecimentos sobre a matéria “Custo de exploração do pré-sal é US$ 9 o barril”


"Foi repercutida a declaração da Diretora de Exploração e Produção Solange Guedes relativa ao custo de extração, e não de exploração, como apresentado no título"
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 8 de maio de 2015




Esclarecimentos sobre a matéria “Custo de exploração do pré-sal é US$ 9 o barril”

AEPET | Por Felipe Coutinho


Ainda sobre os custos de exploração e produção de petróleo, em termos médios e globais, cabe destacar sua escalada a partir de 2
Crédito: http://ourfiniteworld.com/2015/05/06/why-we-have-an-oversupply-of-almost-everything-oil-labor-capital-etc/

Na matéria publicada no Aepet Direto de 7 de maio de 2015, foi repercutida a declaração da Diretora de Exploração e Produção Solange Guedes relativa ao custo de extração, e não de exploração, como apresentado no título.

Com relação aos custos de exploração e produção do pré-sal a Petrobrás divulgou nota a imprensa em 6 de janeiro de 2015 que reproduzimos a seguir:

EM WWW.PETROBRAS.COM.BR/AGENCIAPETROBRAS
Nota à imprensa
6 de janeiro de 2015

Pré-sal é economicamente viável

Em relação à matéria intitulada “Petróleo desaba e já é ameaça ao pré-sal”, publicada hoje, 6/1, no jornal "O Globo", a Petrobras esclarece que está aumentando a sua capacidade de produção de petróleo e gás no pré-sal brasileiro de modo economicamente viável. A companhia informa que o break even(preço mínimo do barril a partir do qual a produção é economicamente viável) planejado no momento em que foram aprovados os projetos de produção do pré-sal, situava-se no entorno de US$ 45 por barril, incluída a tributação e sem considerar os gastos com infraestrutura de escoamento de gás. Ao considerá-los, esse valor pode aumentar entre US$ 5 e US$ 7 por barril.

Além disso, o break even já mencionado, leva em consideração uma vazão de poços entre 15 e 25 mil barris por dia. Atualmente a Petrobras produz no pré-sal a uma vazão média de 20 mil barris por dia. Alguns poços do Polo Pré-sal da Bacia de Santos têm alcançado vazão superior a 30 mil barris de óleo por dia, com efeito positivo na economicidade dos projetos. Essa elevada produtividade permitiu, por exemplo, que as unidades piloto de produção do FPSO Cidade de São Paulo (navio-plataforma operando no campo de Sapinhoá) e FPSO Cidade de Paraty (instalada no campo de Lula) atingissem a sua capacidade máxima de produção, de 120 mil barris por dia, com apenas quatro poços produtores interligados a cada uma delas.

Esse cálculo considera que todos os dispêndios dos projetos (investimentos, custos operacionais e tributação) estão associados ao nível de preços dos insumos vigente no momento da sua aprovação. É importante destacar, ainda, que os custos da indústria fornecedora de bens e serviços são, historicamente, correlacionados aos preços de petróleo no mercado internacional. Quando há redução relevante, como no caso atual do patamar de preços do barril, ela é acompanhada, ainda que não imediatamente, de uma diminuição dos custos em segmentos importantes do setor de bens e serviços. O efeito dessa redução compensa, em parte, a perda de receita ocasionada pela queda do preço do barril.

Vale ressaltar, também, que as decisões de investimento em projetos de Exploração & Produção – especialmente os destinados a águas profundas – são baseadas em cenários que incorporam uma visão de longo prazo, não só para os preços, como também para todos os demais insumos e custos dos projetos.

Alta produtividade - O enorme potencial do pré-sal pode ser avaliado pela elevada produtividade dos poços em operação. No último dia 16 de dezembro, por exemplo, a produção de petróleo nos campos operados pela companhia na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu a marca histórica de 700 mil barris de petróleo por dia (bpd), com a contribuição de apenas 34 poços produtores interligados a 12 diferentes plataformas - sendo oito deles produzindo exclusivamente na camada pré-sal. Esse volume foi alcançado apenas oito anos depois da primeira descoberta de petróleo nessa província, em 2006, e apenas seis meses após a companhia ter atingido a marca de 500 mil bpd, em julho.

Além disso, vêm contribuindo para o desempenho da companhia no pré-sal os resultados obtidos pelos programas estratégicos PRC-Poço (Programa de Redução de Custos em Poços) e PRC-Sub (Programa de Redução de Custos em Sistema Submarinos). Esses programas integram iniciativas que vêm incorporando melhorias contínuas na redução da duração e dos custos não só de poços, como também de instalações submarinas dos projetos de Exploração e Produção, contribuindo para aumentar ainda mais a competitividade econômica dos projetos do pré-sal. Como exemplo da melhor produtividade que vem sendo obtida desde 2010, destaca-se a redução da ordem de 60% no tempo de construção de poços dos campos de Lula e Sapinhoá, ambos no Polo Pré-Sal da Bacia de Santos.

Sem conteúdo local Brasil volta a ser colônia


Isto é MUITO importante
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 8 de maio de 2015




Sem conteúdo local Brasil volta a ser colônia

AEPET | Por Rogério Lessa Benemond


A perspectiva de “flexibilização” das regras de exploração do pré-sal, que ameaça diretamente a política de conteúdo local, está no centro das preocupações dos industriais do estratégico segmento de bens de capital. A Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) saiu em defesa dos fornecedores brasileiros, criticando o aceno dado pelo ministro Eduardo Braga, de Minas e Energia, favorável aos interesses estrangeiros. “Se o governo abandonar a política de conteúdo local estará condenando o país ao papel de mero exportador de commodities e de gerador de riquezas em outros países, como acontece com Venezuela ou Nigéria”, afirmou o presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, ao jornal Brasil Econômico.

O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento da Indústria (Iedi) também manifestou preocupação com o desempenho da indústria, há anos mergulhada numa crise estrutural de graves proporções.  No primeiro trimestre de 2015, o setor registrou seu segundo pior resultado negativo desde 2003, quando o IBGE iniciou a medição da produção pela atual metodologia. O pior resultado foi registrado em 2009, no auge da crise financeira global. “O ajuste da economia brasileira está levando a indústria para uma situação desastrosa”, resume o instituto paulista em seu último informativo.

A crise da indústria vem andando a passos largos e se agravou com relação a 2014. No primeiro trimestre deste ano, a produção industrial caiu mais do que nos dois últimos trimestres do ano passado (–3,5%, –4,1% e –5,9%, respectivamente, no terceiro e quarto trimestres de 2014 e primeiro trimestre deste ano). “Por serem mais dependentes de expectativas sobre o futuro e por dependerem mais de financiamentos – hoje, uma mercadoria rara e cara –, os setores de bens de capital (–18,0%) e de bens duráveis (–15,8%) são aqueles cuja produção recuou mais fortemente nos primeiros três meses deste ano”, comenta o Iedi, ressalvando que a crise é generalizada e afeta também os setores de bens intermediários (–2,8%) e de bens semi e não duráveis (–5,9%).

“Se os números do primeiro trimestre apontam para um primeiro semestre muito ruim para a indústria nacional, o cenário que vai se configurando é de que dificilmente este quadro será revertido nos seis últimos meses de 2015”, conclui o Iedi.

ABIMAQ cria força tarefa para óleo e gás


EM DEFESA DO CONTEÚDO LOCAL
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 8 de maio de 2015




ABIMAQ cria força tarefa para óleo e gás

Jornal GGN


A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) está preocupada com o setor de petróleo e gás. A entidade entende que a inadimplência das empreiteiras, a falta de perspectiva de novos investimentos e as ameaças constantes às políticas de conteúdo local colocam em risco a sobrevivência dos fabricantes nacionais.

Por isso, a ABIMAQ está instalando uma Sala de Crise, para “coordenar esforços e concentrar as ações necessárias na busca de soluções”. Os trabalhos serão realizados pela coordenação do Conselho de Óleo e Gás da associação, que ficará responsável por criar um mecanismo automático para receber informações das associadas prejudicadas.

A entidade também promete realizar reuniões com as autoridades e definir uma pauta para comunicar o problema para a imprensa. E defender a manutenção das exigências de conteúdo local, “propondo melhorias no processo”.

Compõem a Sala, o presidente do Conselho de Óleo e Gás da ABIMAQ, Cesar Prata, e o diretor executivo de Petróleo, Gás, Bioenergia e Petroquímica, Alberto Machado. As câmaras setoriais também irão participar. A sede ficará no Rio de Janeiro, a sala vai utilizar a estrutura da ABIMAQ.

Novo site apresenta tecnologias pioneiras do pré-sal premiadas na OTC 2015


Está no ar o site Tecnologias do Pré-Sal, um dos conteúdos especiais que lançamos para destacar nossa premiação na OTC...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Sexta, 8 de maio de 2015




Novo site apresenta tecnologias pioneiras do pré-sal premiadas na OTC 2015

Petrobras Fatos e Dados


Está no ar o site Tecnologias do Pré-Sal, um dos conteúdos especiais que lançamos para destacar nossa premiação na OTC 2015. As dez tecnologias premiadas, que hoje representam um importante legado para toda a indústria petrolífera, são apresentadas por meio de animações, que mostram como funcionam as inovações nos sistemas de dutos de coleta submarinos, na construção de poços e nos sistemas de separação e injeção de CO2.

Além dos desafios tecnológicos, tivemos que enfrentar desafios logísticos para produzirmos no pré-sal, como lidar com condições severas e sem qualquer infraestrutura de produção pré-instalada. O site conta um pouco dessa trajetória, inclui depoimentos de parceiros que participaram do projeto e oferece dados sobre os impactos na produção.

Conheça o site Tecnologias do Pré-Sal. Acesse
http://www.petrobras.com.br/tecnologiasdopresal.