- Não são só cerca de 80 mil empregos* diretos e 300 mil terceirizados (dados do final de 2014);- Não são só mais de 82...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 15 de março de 2015




quarta-feira, 13 de maio de 2015

Produção que operamos no pré-sal bate novo recorde e ultrapassa o patamar de 800 mil barris de petróleo por dia


"A produção de petróleo nos campos que operamos na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu, no dia 11...
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Produção que operamos no pré-sal bate novo recorde e ultrapassa o patamar de 800 mil barris de petróleo por dia

Petrobras - Fatos e Dados


A produção de petróleo nos campos que operamos na província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu, no dia 11 de abril de 2015, a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando novo recorde de produção diária. Desse volume, cerca de 74% (590 mil bpd) correspondem à nossa parcela e o restante à das empresas parceiras nas diversas áreas de produção da camada pré-sal.

A produção de 800 mil barris por dia foi alcançada apenas oito anos após a primeira descoberta de petróleo na camada pré-sal, ocorrida em 2006, tempo inferior ao que foi necessário para se chegar ao mesmo patamar em outras áreas de produção marítima. Para que alcançássemos, no Brasil, a produção de petróleo de 800 mil barris por dia foram necessários 40 anos, com a contribuição de 6.374 poços. Na Bacia de Campos, esse mesmo volume de produção foi alcançado em 24 anos, com 423 poços.

A marca de 800 mil bpd foi obtida agora, no pré-sal, através de 39 poços produtores. Desses poços, 20 estão localizados na Bacia de Santos, que responde por 64% da produção (511 mil barris por dia). Os demais 19 poços estão localizados na Bacia de Campos e respondem por 36% da produção (291 mil barris por dia).

No dia do recorde, 11 sistemas de produção definitivos e um sistema de produção antecipado estavam em operação na camada pré-sal. Sete desses sistemas produziam exclusivamente petróleo proveniente dessa camada geológica.

Contribuiu para o alcance desse recorde o início da operação do sistema de produção antecipada instalado no campo de Búzios em março deste ano, por meio do navio-plataforma Dynamic Producer, que constituiu a primeira produção de petróleo e gás de longa duração na área da chamada Cessão Onerosa. Além desse sistema, contribuiu, também, para esse resultado o início da produção da plataforma P-20, na camada pré-sal, no campo de Marlim na Bacia de Campos, que será importante para futuros incrementos da produção na área.




terça-feira, 12 de maio de 2015

Entrevista com José Carlos de Assis


José Carlos de Assis, economista e professor da Universidade Estadual da Paraíba, concedeu entrevista ao site...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Terça, 12 de maio de 2015

3º Encontro de Mulheres Petroleiras da FUP começa nesta terça-feira em Campinas


Petrobrás responde por metade dos bens de capital comprados no País


"Petrobrás responde por metade dos bens de capital comprados no País.A informação é do presidente da Associação...
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Petrobrás responde por metade dos bens de capital comprados no País

AEPET


A informação é do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, e dá a dimensão (negativa) das consequências da retração dos investimentos na Petrobrás para a indústria nacional, afinal, o segmento de bens de capital é de importância estratégica para um país que pretende ser soberano e economicamente independente.

Nossa indústria, que já vive uma das maiores crises de sua história, na opinião do economista e professor da USP Julio Gomes de Almeida, encontra-se "sem limites para a queda".


Sem limites para a queda

Por Julio Gomes de Almeida

"O Brasil ficou ausente das cadeias globais de produção, nutrindo-se da ilusão das commodities, o que concorreu para valorizar sua moeda e jogar a indústria em um atraso ainda maior"

Rapidamente, a indústria brasileira passou de uma situação em que proliferavam instrumentos que lhe moldavam o ciclo econômico para uma situação em que praticamente não existem mecanismos anticíclicos e, ao contrário, apresentam-se fatores novos que tornam praticamente inesgotável a desorganização do setor nesta entrada de 2015. Segundo os últimos resultados da pesquisa industrial do IBGE, a queda da produção no período janeiro-março deste ano chegou a 5,9%, um índice que só encontra paralelo em 2009 sob os efeitos da crise global.

Como se sabe, a crise industrial brasileira vem de longa data, pelo menos desde a crise da dívida externa que atravessou os anos 1980 e não foi resolvida com a estabilização da economia, e nem com os benefícios de um contexto de comércio exterior favorável às commodities durante os anos 1990 e 2000. Neste percurso, o mundo em desenvolvimento inseriu-se de forma vantajosa nas cadeias globais de produção e promoveu políticas ativas de crédito, de incentivos e de inovação para constituir amplos setores “novos” que viriam a brilhar em seus processos de industrialização, a exemplo do complexo eletroeletrônico. O Brasil ficou ausente desse quadro, nutrindo-se da ilusão das commodities, o que concorreu para valorizar sua moeda e jogar a indústria em um atraso ainda maior.

No período mais recente, o impasse industrial brasileiro ganharia uma etapa nova. Latente desde muito antes pela longa valorização da moeda e pelos conhecidos problemas de nossa estrutura tributária, de nosso padrão de financiamento e de nossa infraestrutura, este impasse se apresentaria de forma dramática quando da crise mundial de 2008. Esta restringiu mercados de bens industriais, sobretudo nos países desenvolvidos, e levou a uma concorrência muito maior por mercados mais dinâmicos, dentre os quais o mercado brasileiro, cuja produção, no entanto, perdera competitividade.

Foi nesse contexto que a política econômica municiou-se de diversos expedientes através dos quais procurou minimizar os efeitos da crise global sobre a indústria, inicialmente com sucesso pleno, mas, crescentemente, com êxito apenas parcial e cadente. Sem que o crescimento global voltasse ao nível pré-crise e sem qualquer iniciativa interna importante para restaurar a competitividade perdida por décadas, o desgaste da política industrial revelou-se inevitável.

Entre 2011 e 2012 já era claro que o dinamismo industrial anterior à crise de 2008 se esgotara pela integral absorção dos incentivos públicos pelas importações. Nesses anos, a produção industrial praticamente não cresceu, como em 2011, ou registrou queda, ainda que modesta, em 2012 (-2,3%). No ano seguinte voltaria a crescer (2,2%), turbinada por redobrados incentivos, mas o processo não se sustentou em 2014, quando a produção cai 3,2%, decretando o término dos efeitos positivos dos incentivos da política industrial.

O ano de 2015 inaugura um momento em que não apenas os incentivos já não funcionam, como novos fatores de declínio industrial vieram a se somar aos pré-existentes: as expectativas empresariais pioram ainda mais diante da recessão e da perspectiva de ajuste da economia, os investimentos públicos cedem fortemente como condição também do ajuste, o crédito para financiamentos longos é restringido e a demanda de bens duráveis colapsa pela conjugação do pessimismo das famílias, que temem o desemprego, com a reticência dos bancos em fornecer novos créditos para a compra de duráveis.

Sem limites para cair, os segmentos mais sensíveis da indústria — vale dizer, bens de capital e bens de consumo duráveis, os dois setores que mais prontamente respondem às expectativas futuras e ao crédito — regridem sua produção em respectivamente 18% e 16% no primeiro trimestre do corrente ano. Correndo por fora, mas crescentemente influenciado adversamente pela queda da ocupação e do rendimento real da população, o setor de bens não-duráveis acusa declínio correspondente à média da indústria. Neste contexto, apenas o segmento de bens intermediários, por enquanto, amortece a intensa regressão da indústria brasileira, com queda de 2,8%.




segunda-feira, 11 de maio de 2015

Dilma Rousseff não admite mudança no sistema de partilha

"Dilma Rousseff não admite mudança no sistema de partilha e na exigência de que a Petrobras seja sócia de pelo menos 30%...

Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 11 de maio de 2015

Moraes, da FUP: A Petrobrás como operadora garante desenvolvimento, segurança ambiental e energética


"Flexibilizar a partilha, não garantir a Petrobras como operadora única do pré-sal e abrandar a exigência de conteúdo...
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Moraes, da FUP: A Petrobrás como operadora garante desenvolvimento, segurança ambiental e energética

Viomundo


Moraes, da FUP: Se o Brasil abrir a operação do pré-sal, adeus royalties para Educação e Saúde

Em entrevista no último domingo, 2 de maio, o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB-AM), durante entrevista realizada antes da Offshore Technology Conference, em Houston, nos Estados Unidos, deixou abertas duas portas perigosas. Acenou com mudanças no marco regulatório do pré-sal e abrandamento da norma de conteúdo local, que determina à Petrobras a compra preferencial de equipamentos e serviços de origem nacional.

Verdadeira sinfonia para os ouvidos das grandes petroleiras estrangeiras, como Shell, ExxonMobil, Chevron, BP e Total.

Até agora, Eduardo Braga não desmentiu a entrevista, que saiu em vários veículos da mídia brasileira.

Para João Antônio de Moraes, diretor de relações internacionais da Federação Única dos Petroleiros (FUP), é muito grave a declaração de Braga nos EUA.

“Onde já se viu abordar uma questão estratégica para o Brasil, fora do Brasil, num lugar onde a disputa pelo petróleo é gigantesca?”, critica. “Se já está havendo pressão sobre o Congresso Nacional para flexibilizar a partilha, com essa declaração absurda, a tendência é que a pressão só aumente.”

Nota da FUP (na íntegra, abaixo) publicada nessa quinta-feira 7 lembra: “Só o PSDB já tem três projetos em andamento no Congresso para alterar o modelo de partilha e retirar da estatal o papel de operadora única”.

Têm projetos para abrir o pré-sal às petroleiras internacionais os senadores tucanos José Serra, Aloysio Nunes e o deputado federal Jutahy Júnior. O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ) também projeto nessa linha.

Moraes adverte: “Flexibilizar a partilha, não garantir a Petrobras como operadora única do pré-sal e abrandar a exigência de conteúdo local, como prega o ministro, significam abrir as portas para o Brasil ser saqueado novamente nos seus recursos naturais por interesses externos como já aconteceu ao longo da história, com o pau-brasil, o ouro, por exemplo”.

Ele enfatiza: “A operação só nas mãos da Petrobras nos garante desenvolvimento, segurança ambiental e segurança energética. Essas três coisas ficariam fragilizadas se empresas estrangeiras entrarem na operação”.

Ele denuncia: “Se o Brasil abrir a operação para as petroleiras estrangeiras, podemos dizer adeus aos royalties do petróleo para Educação e Saúde. No mundo inteiro, a história das petroleiras é uma história de não cumprimento da destinação social das riquezas”.

Segue a íntegra da nossa entrevista.

Viomundo — O que achou da declaração do ministro Eduardo Braga nos EUA?

João Moraes – Muito grave. Onde já se viu abordar uma questão estratégica para o Brasil, fora do Brasil, num país onde a disputa pelo petróleo é gigantesca? Se já está havendo pressão sobre o Congresso Nacional para flexibilizar a partilha, com essa declaração absurda, a tendência é que a pressão só aumente. Lembre-se de que há no Congresso vários projetos de tucanos que visam justamente flexibilizar o modelo de partilha no pré-sal.

Viomundo – O que acontece se o Brasil alterar o modelo?

João Moraes — Flexibilizar a partilha, não garantir a Petrobras como operadora única do pré-sal e abrandar a exigência de conteúdo local significam abrir as portas do Brasil para que seja saqueado novamente nos seus recursos naturais por interesses externos, como já foi ao longo da história, com o pau-brasil, o ouro, por exemplo.

Definitivamente, se o povo brasileiro não garantir esses três sustentáculos do modelo brasileiro, o ciclo econômico do petróleo vai repetir o que já aconteceu em outros ciclos econômicos. Vai embora o recurso natural, não fica o desenvolvimento aqui. Então, nós temos de realmente nos mobilizar para impedir que iniciativas para alterar o modelo de partilha  tenham sucesso.

Viomundo –  Em que setor do pré-sal as petroleiras internacionais podem atuar?

João Moraes – O modelo de partilha permite que elas invistam junto com a Petrobras. Foi o que aconteceu no campo de Libra, na Bacia de Campos, Rio de Janeiro. Em Libra, a Petrobras ficou com 40% dos investimentos,  os europeus (Total e Elf), também com 40%, e os chineses com 20%.

Na verdade, o modelo de partilha só não permite atuar na operação. A declaração do ministro toca justamente nesse ponto. A declaração dele e os projetos dos tucanos no Congresso Nacional vão todos no mesmo sentido: o de abrir a operação do pré-sal para as petroleiras estrangeiras. Em resumo, é isso que eles e elas querem.

Viomundo – Qual o mérito da partilha?

João Moraes – As empresas estrangeiras podem investir junto com a Petrobras, mas quem vai operar é a Petrobras.

Viomundo — O que significa operar?

João Moraes – É a Petrobras que vai pegar esses investimentos, comprar os equipamentos, desenvolver os projetos e o mais importante –  depois vai controlar a produção de petróleo. A Petrobras é que vai dizer se vai vai produzir 100 mil, 200 mil, 300 mil barris.

Viomundo — Com isso o que o Brasil tem a lucrar?

João Moraes – Primeiro, a garantia do conteúdo local, porque as empresas estrangerias não estão cumprindo o conteúdo local nas áreas em que atuam.

Viomundo – Não estão cumprindo?!

João Moraes – Não. Elas encontram um monte de subterfúgios para não comprar aqui.  A Shell, por exemplo, é a segunda produtora no Brasil. Ela tem ativos importantes nas áreas já licitadas do pré-sal. Mas a Shell não tem nenhuma plataforma encomendada aos estaleiros brasileiros.

Se flexibilizar o pré-sal vai acontecer o que já acontece com áreas licitadas antes da lei da partilha.As petroleiras estrangeiras não cumprem o conteúdo local. Não cumprindo o conteúdo local, elas não geram emprego aqui, não geram renda aqui, não geram desenvolvimento aqui. Essa é uma etapa importante do ponto de vista do desenvolvimento.

Viomundo – O que Brasil tem a ganhar mais com o modelo de partilha?

João Moraes — Soberania energética e meio ambiente. Por que aconteceu aquele acidente importante da Chevron, no Campo de Frade, em 2012? Por que a Chevron avançou na produção além do que podia e dos equipamentos que detinha. Isso causou uma fratura no subsolo do oceano, provocando dano ambiental muito grande.

Viomundo – Mas a Petrobras não está livre de produzir danos ambientais.

João Moraes – Não está. Nenhuma petroleira está livre disso. Mas os mecanismos de pressão do povo brasileiro sobre a Petrobras são muito maiores do que sobre as petroleiras estrangeiras.  Então, a Petrobras como operadora única nos dá uma garantia ambiental muito maior do que as estrangeiras.

Viomundo – O que mais o Brasil tem a lucrar mais com a partilha?

João Moraes – Impedir a produção predatória. Qual é o grande dilema que a Argentina vive hoje em dia? A Argentina privatizou a YPF. A  maior empresa que assumiu foi a Repsol espanhola. A Repsol começou a ter produção predatória , não investiu em desenvolvimento de novas reservas nem em novas tecnologias.  Resultado: hoje  a Argentina é dependente da  importação de petróleo e gás.

Viomundo — Por quê?

João Moraes — Justamente porque não era uma empresa estatal nacional que detinha a operação. Então esse é outro aspecto muito negativo dos projetos dos tucanos que estão no Congresso e buscam garantir a entrada de estrangeiras na operação.

A operação só nas mãos da Petrobras nos garante desenvolvimento, segurança ambiental e segurança energética. Essas três coisas ficariam fragilizadas se empresas estrangeiras entrarem na operação.

Viomundo – Pela lei da partilha foi criado um fundo social – o Fundo Social Soberano – que prevê a destinação dos royalties para Educação e Saúde. As petroleiras estrangeiras fariam isso?

João Moraes – De jeito nenhum. A história das petroleiras no mundo é uma história de não cumprimento da destinação social das riquezas. Então, essa batalha importante que tivemos para garantir os royalties para Educação e Saúde vai  para o espaço se a operação do pré-sal for aberta para as empresas estrangeiras. Portanto, é muito ruim se acontecer isso que o ministro Eduardo Braga disse.

Viomundo – Nos últimos meses, estamos assistindo ao acirramento na disputa do petróleo brasileiro. Teria a ver com as denúncias da Lava Jato?

João Moraes – Tudo isso é fruto da campanha de desmoralização da Petrobras desenvolvida pela grande imprensa nos últimos meses. Não tem a ver com corrupção. É uma campanha antinacional. É uma campanha antipatriótica como se as nossas grandes redes de comunicação fossem de outros países e estivessem fazendo aqui uma campanha de interesse delas.

Portanto, é um absurdo sem tamanho, nessa conjuntura, um ministro de Estado ir lá fora e dar uma declaração tenebrosa como a que deu.

Mesmo que o governo tivesse a intenção, o ministro não poderia fazer essa declaração. Porque ao fazê-lo, se um dia isso vier acontecer, a Petrobras vai estar com o preço rebaixado.

Olhando pela lógica do capital, mesmo que fosse uma decisão de governo fazer isso – o que eu não acredito que seja –, ele não poderia declarar isso no exterior. Realmente um despreparo, um absurdo.  É um negócio descabido.

Viomundo – A FUP pretende fazer algo em relação a isso?

João Moraes — A direção da FUP está reunida, aqui, em Curitiba, nesta quinta e sexta em Curitiba, onde vamos discutir o assunto. Nós trouxemos a nossa reunião mensal para cá como forma de darmos a nossa solidariedade. Na quarta-feira, inclusive, participamos de atos de solidariedade aos professores.

Mas, desde já, a sociedade tem de estar ciente. Se houver flexibilização no modelo de partilha do pré-sal, o povo brasileiro pode dizer adeus ao Fundo Social e ao uso dos seus recursos para a Educação e Saúde.

*

Nota da FUP publicada nesta quinta-feira 7, no boletim da entidade

Tirem as mãos do que é nosso!

Em vez de fortalecer a Petrobrás, ministro de Minas e Energia quer flexibilizar partilha

Enquanto a Petrobrás recebia o prêmio OTC Distinguished Achievement Award for Companies, Organizations and Institutions, o maior reconhecimento de uma operadora offshore por tecnologias desenvolvidas e desafios vencidos, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, pregava publicamente a redução da participação da estatal na exploração do pré-sal.

Em entrevista coletiva aos jornalistas que cobriam o evento em Houston (EUA), o ministro do PMDB não mediu palavras e anunciou que o Congresso (onde seu partido comanda a Câmara e o Senado) está aberto a alterar o modelo de partilha.

“O que se discute é a obrigatoriedade da operação. Defendo que a Petrobrás tenha direito à recusa”, declarou, alegando que a empresa não tem condições hoje de “alavancar os investimentos que a economia brasileira necessita”.

Na mesma linha foi a diretora geral da ANP, Magda Chambriard, que também participou da feira de petróleo em Houston e defendeu “uma flexibilização muito bem calibrada” da lei do pré-sal, com vistas aos leilões futuros.

Declarações deste tipo reforçam e alimentam os ataques da oposição contra a Petrobrás. Só o PSDB já tem três projetos em andamento no Congresso para alterar o modelo de partilha e retirar da estatal o papel de operadora única.

A defesa intransigente da soberania é um compromisso que deve ser honrado por um governo eleito pelos trabalhadores. A hora é de fortalecer a Petrobrás para que siga avançando na exploração do pré-sal, cuja riqueza deve ser servir ao povo brasileiro e não às multinacionais.

Verba da Petrobras é alento em Rio Grande


"A angústia que ronda o polo naval do sul do Estado, após a Engevix ameaçar demitir 7 MIL TRABALHADORES caso não receba...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Segunda, 11 de maio de 2015




Verba da Petrobras é alento em Rio Grande

Zero Hora


Estatal repassará recursos para que sejam pagos valores devidos a empresas terceirizadas

A angústia que ronda o polo naval do sul do Estado, após a Engevix ameaçar demitir 7 mil trabalhadores caso não receba parcela de R$ 63 milhões de financiamento do Fundo da Marinha Mercante, retido desde o final do ano passado pela Caixa, foi amenizada na sexta-feira. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Grande, a Petrobras informou à entidade que, na segunda-feira, repassará recursos para que sejam pagos, no dia seguinte, valores atrasados pela empreiteira a empresas terceirizadas e seus cerca de 2,5 mil funcionários.

Envolvida na Lava-Jato, a Engevix é dona de 70% da Ecovix, que opera os estaleiros Rio Grande 1 e 2, onde são feitos cascos de plataformas para a Petrobras e navios-sonda. Com dinheiro escasso para honrar compromissos, a empresa pressiona para que o financiamento seja liberado. Em meio à profusão de informações desencontradas, também surge a possibilidade de a Petrobras adotar uma fórmula já usada com os trabalhadores da Iesa, em Charqueadas. Por meio de uma conta vinculada, a estatal assumiria a partir do próximo mês os pagamentos, sem que o dinheiro passe pela Ecovix, diz Sadi Machado, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Rio Grande.

A Caixa alega que os repasses estão retidos porque algumas exigências contratuais para a liberação do recurso não teriam sido cumpridas. Procurada, a Engevix informou que as negociações com o banco prosseguem, após uma reunião sem definições na quinta-feira. Devido à falta de pagamento, algumas empresas também deixaram de prestar serviços para a Ecovix na última semana.

Prefeito buscará apoio em Brasília

Na mobilização por tentar uma saída para o impasse, o prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT), vai a Brasília na terça-feira para uma audiência com o ministro Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência da República, e ainda tenta marcar um encontro com a presidente da Caixa, Miriam Belchior. Lindenmeyer diz que os recursos deveriam ser liberados porque os serviços vinculados à verba já foram realizados.

– Sem esse fluxo financeiro, eles não pagam fornecedores, prestadores de serviços, e se cria um efeito cascata – lembra o prefeito da cidade.

Financeiramente debilitada após a eclosão da Operação Lava-Jato, a Engevix tenta evitar a recuperação judicial. Atrás de dinheiro, já vendeu a participação que tinha nos aeroportos de Brasília e São Gonçalo do Amarante (RN) e a Desenvix, seu braço de energia. A própria Ecovix também está à venda.




domingo, 10 de maio de 2015

O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato - Parte 2


Alerta importante. Quem não pôde ver as duas partes, veja a segunda.As nossas indústrias naval e pesada correm sérios...
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 10 de maio de 2015

O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato


Muito importante. Quem puder assista!
Posted by Em Defesa da Petrobras on Domingo, 10 de maio de 2015




O Pré-sal, a Indústria e a Lava-Jato

Jornal GGN | Por Ronaldo Bicalho


Neste episódio do programa InfoPetro, Carlos Frederico Rocha, Professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, fala sobre os grandes desafios da política industrial associada ao Pré-sal e analisa os impactos da operação Lava-Jato sobre este esforço de qualificação tecnológica e industrial ensaiado pelo país.

Parte 1


Parte 2





sábado, 9 de maio de 2015

Recursos naturais x imigrantes